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O preconceito aplicado ao movimento

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O preconceito pode ser aplicado a tudo. Até ao exercício e aos ginásios! Onde há humanos, há tendência para discriminação e preconceito, em vez de aceitação e integração. Uma tendência a combater, sem dúvida!

 

Nos ginásios, os adeptos da musculação discriminam as aulas de grupo e têm preconceito relativamente a estas formas de exercício. Não dão oportunidade ao seu corpo de experienciar novas formas de se movimentar.

 

E os praticantes de aulas, muitas vezes, não dão oportunidade de integrar nas suas rotinas o treino com cargas elevadas, tão essencial ao desenvolvimento da força e optimização da massa muscular.

 

E os profissionais também muitas vezes encerram na sua prescrição as mais variadas atitudes discriminatórias, nem sempre suficientemente fundamentadas. Vejo também muitos profissionais serem discriminados pelos seus pares por ministrarem determinados tipos de modalidades.

 

Farão sentido todas estas fações? Ou, pelo contrário, não seria desejável um pouco mais de racionalidade, assumindo que há profissionais de excelência a ministrar todo o tipo de modalidades? E que todas elas poderão ter a sua utilidade para os nossos alunos, de acordo com o perfil e objectivos?

 

Na minha opinião, todas as modalidades são bem-vindas desde que devidamente enquadradas no programa semanal de exercício, ou na programação dos ciclos de treino. A diversidade no movimento é uma riqueza que não deve ser hipotecada pela moda, ou pelo preconceito.

 

Ora o corpo humano está preparado para as mais diversas formas de movimento. O mais importante é integrar e adequar, de acordo com o perfil individual e objetivos.

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