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O fitness está na moda

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Sim, é não é de hoje. E ainda bem, pois sabemos o bem que faz à saúde fazermos exercício físico, seja em que idade for.

 

Mas não só está na moda, como também há muita “moda” à volta do conceito. E não falo das tendências em termos de vestuário e calçado que, felizmente, vieram dar outra alegria à prática do desporto.

 

Falo mesmo das tendências na prática de fitness. Quem pratica alguma atividade física há alguns anos sabe bem que também aqui há muitas modas. Bem m lembro de há uns, diria, dez anos ter explodido a moda dos BTS, ou seja, era o Body Pump, Body Combat, Body Attack, etc.. Quem não o praticou? Eu, claro que sim. O conceito de aulas coreografadas foi uma excelente ideia e espalhou-se pelo mundo neste e noutros formatos semelhantes.

 

Surge agora uma corrente muito forte que defende o treino funcional como o mais eficaz. Ou seja, fazer exercício que usa essencialmente o peso do corpo e com recurso mínimo a esquipamentos. Confesso que também me agrada bastante este conceito, pois não estamos a fazer esforço nenhum para o qual o corpo não esteja preparado. Logo, há menos perigo de lesões, e tudo me parece mais orgânico e fluído.

 

O treino de alta intensidade em pouco tempo também está a reunir muitos adeptos por todo o lado. O chamado método Tabata agrada a quem não tem muito tempo mas quer resultados, mas desagrada pelo elevado esforço que requer.

 

Para 2016, já foram antecipadas tendências. Todos os anos, o Colégio Americano de Medicina Desportiva (ACMS) anuncia as principais tendências de fitness para o ano seguinte. E estas últimas que referi – treino funcional e treino de alta intensidade – vão ser ultrapassadas.

 

No mundo do fitness, a partir de 2016, vai massificar-se a tecnologia ‘wearable’. Ou seja, por todos os ginásios, academias, espaços públicos, beiras de praia, quem estiver a praticar deporto, irá na sua maioria recorrer a algum tipo de tecnologia de apoio à sua prática. Mais do que este ou aquele programa de exercício, a tendência vai ser a forma diferenciada de o fazer. E a tecnologia, claro está, não podia deixar de fazer parte deste mundo. Já o faz, mas vai, dizem os analistas, massificar-se.

 

Boa semana.

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