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O culpado do divórcio é o amor

O sonho de casar é frequentemente acompanhado pelo receio de um possível divórcio e de todo o trabalho emocional e financeiro que isso implica. E não é para menos. É que, segundo os últimos dados sobre divórcio em Portugal divulgados pelo ‘PORDATA’, em 2013, por cada 100 casamentos ocorreram 70,4 divórcios.

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Encontrar alguém que nos compreenda e que nos aceite tal e qual como somos pode parecer um bicho-de-sete-cabeças, mas, afinal, a verdadeira dificuldade está em manter a chama da paixão acesa, isto é, em alimentar a relação.

 

Quando alguém tem uma determinada expetativa sobre nós, o grau de exigência é maior e, quando isso falha, pode-se criar uma situação com a qual é difícil de lidar. Mas calma, nem todos os divórcios acabam por causa disto, assim como nem todos os divórcios acabam com gritos e discussões agressivas.

 

Existem também situações de ordem mais prática e funcional que quando deixam de fazer sentido podem dar origem a divórcios como, por exemplo, relacionamentos à distância devido à carreira profissional e, ainda, por motivos relacionado com a parentalidade. A exigência, maioritariamente por parte das mulheres, de que os maridos dividam todas a responsabilidades em relação aos filhos pode não ser correspondida e gerar um conjunto de efeitos secundários que se vão acumulando e, por sua vez, acabar em divórcio.

 

 

Veja a galeria: Divorcio-me ou não me divorcio?

 

A sociedade mudou muito. Em tempos, o casamento acontecia numa faixa etária mais nova e quase por uma questão de obrigação/conveniência, o que não significa que não houvesse amor. «Hoje as relações acontecem por amor, logo eu diria que o principal motivo do divórcio na atualidade é o amor», diz Telma Loureiro. Ainda que pareça paradoxal, a psicóloga explica. «Atualmente, as pessoas divorciam-se por sentirem falta de amor nos relacionamentos. A partir desta questão fulcral, outras situações específicas podem advir como, por exemplo, a infidelidade».

 

 

Se em tempos o divórcio já foi visto como algo vergonhoso, atualmente tornou-se algo banal. Não obstante, pode representar uma grande mágoa e sentimento de ‘falha’ para quem está envolvido no casamento que acaba.

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