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O consumidor está a mudar: conheça as tendências de comportamento até 2030

São sete os fatores principais que vão orientar as decisões de gastos dos consumidores na próxima década. A consultora Mintel acaba de lançar as suas previsões, à luz das grandes alterações que se estão a registar a nível global, e mostra um consumidor mais consciente e exigente.

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O comportamento do consumidor está a mudar e com ele muda também o mercado, arrastado pelos seus novos interesses. E são sete as grandes tendências de comportamento dos consumidores que a consultora Mintel prevê que se instalem e cimentem até 2030.

 

Anunciada a 5 de novembro, a nova abordagem é arrojada nas suas previsões sobre o futuro dos mercados globais, incorporando os fatores principais que orientam as decisões de gastos do consumidor. Simon Moriarty, diretor da Mintel Trends, EMEA, explora os sete fatores apurados e como eles impactarão nos mercados, marcas e consumidores na próxima década. Conheça-os de seguida ou veja um resumo na galeria acima.

 

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Integração no meio

O aumento da população global e a crise climática estão a forçar as pessoas a reduzir o seu consumo, desperdício e uso de energia. Elas estão a aprender a compartilhar espaço limitado com mais eficiência e a trabalhar de forma mais colaborativa. As tecnologias de telecomunicações permitirão condições de trabalho flexíveis, à medida que os consumidores se tornarão cada vez mais nómades digitais.

 

Nos próximos 10 anos, as tensões sociais aumentarão à medida que a competição por recursos aumentar. Isso poderá resultar numa maior estratificação da sociedade e falha a responder à necessidade de uso mais eficiente dos recursos e melhor planeamento urbano. Haverá maior pressão sobre as cidades para continuarem a expandir-se, invadindo áreas selvagens e áreas rurais restantes, exacerbando o custo de produção de alimentos – tornando os produtos básicos ainda mais caros para a maioria das pessoas.

 

Tecnologia móvel

A tecnologia móvel continua a diluir as linhas entre tempo, viagem e deslocação para o trabalho, ensino ou lazer. Elementos de realidade virtual e aumentada (VR / AR) revolucionarão indústrias como a do turismo e do entretenimento, enquanto os e-sports virtuais rivalizarão em popularidade com os desportos físicos.

 

Curiosamente, na próxima década, os consumidores vão opor-se a sistemas de pagamentos sem dinheiro e a lojas totalmente automáticas, exigindo mais privacidade e buscando uma interação mais “humana”. Também veremos tecnologias desenvolvidas para mitigar os efeitos da migração e alterações climáticas, como resposta aos desafios mais amplos da desigualdade económica e ao envelhecimento da sociedade.

 

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Bem-estar alargado

O bem-estar não é mais simplesmente querer cuidar de si em termos gerais, nem fazer uma mudança total no estilo de vida. Em vez disso, uma abordagem holística está a tornar-se num motivador essencial do comportamento do consumidor, sustentado por conveniência, transparência e valor.

 

Nos próximos 10 anos, haverá oportunidades para as marcas se tornarem parceiras de bem-estar com os clientes. Embora a abordagem de mercado de massa e ‘tamanho único’ ainda tenha valor, veremos uma adoção adicional de soluções sob medida. Ar e água limpos tornar-se-ão ativos de venda, enquanto o movimento consciente e o exercício consciente se tornarão tão importantes quanto a aptidão física.

 

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