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O australiano que viaja pelo mundo a comer e a escrever sobre comida de avião

Já circundou o mundo mais de 15 vezes e já pisou em mais de 60 países. O desporto preferido deste australiano é comer... comida de avião. Viaja pelo mundo inteiro atento às refeições servidas a bordo e regista tudo no seu blog. Conheça a sua história e opinião sobre as refeições servidas perto do céu, incluindo as da portuguesa TAP.

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Nik Loukas já viajou por mais de 60 países, desde que os começou a contar, em 2012. Impulsionado pelo seu amor por aviões, o viajante australiano tem trabalhado na indústria de viagens e aviação há mais de 15 anos. Um caso exemplar de unir o útil ao agradável. Loukas tem um blog – Inflightfeed.com – onde regista as refeições que toma durante os voos e avalia as mesmas. (Veja na galeria acima imagens de refeições servidas a bordo).

 

«Eu mudei-me da Austrália para a Europa com uma ideia para criar o site», começa por nos contar Nik Loukas sobre a sua aventura. «Trabalhei numa companhia aérea e a coisa mais frustrante para os nossos clientes era não saber o que comer a bordo, ou o que poderiam comprar para comer a bordo. Então eu pensei que talvez um site com informações de refeição aérea pudesse ser um bom recurso e uma boa fonte de informação para os passageiros».

 

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Nik adora aprender tudo sobre como a comida é selecionada para que os passageiros a possam comer, como é entregue aos aviões e tudo o mais. No entanto, segundo conta, esta é uma indústria bastante burocrática e os passageiros não têm noção do que as companhias aéreas passam para conseguir ter refeições nos voos. Foi com isso em mente que começou a documentar o que come em cada voo no seu blog, que inclui avaliações de refeições e notícias mais recentes sobre esta indústria.

 

A Mood não resistiu e questionou-o relativamente à TAP, uma companhia aérea com bandeira portuguesa. E a verdade é que o feedback foi positivo. «Eu só voei com a TAP dentro da Europa em classe económica e em classe executiva. Em económica gostei do facto de terem oferecido comida sem cobrarem mais por isso e era uma boa refeição. Mas achei a classe executiva um pouco desapontante. Estava à espera de um pequeno-almoço grande e quente, mas em vez disso foi-me oferecido pão e coisas frias. Mais tarde descobri que este é o típico pequeno-almoço português, por isso não é realmente culpa da companhia aérea», partilhou.

 

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Sabor, qualidade, estética, quantidade e originalidade. São estes os critérios de avaliação. Teve um período em que avaliava ainda o serviço da tripulação, mas algumas companhias sabem que estou a viajar com elas, portanto, têm o cuidado de prestar especial atenção ao modo como me servem e tratam, «o que não é realmente o tipo de serviço esperado num voo».

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