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Natal: cresce procura por presentes culturais e brinquedos

O estudo Observador Cetelem Natal 2017 dá conta do dobro da procura por livros e DVD’s para oferecer neste Natal, mas o vestuário continua a ser a prenda que os consumidores mais pretendem oferecer.

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Os produtos culturais, como livros e DVDs, que são já prendas habituais, têm este ano o dobro da procura, de acordo com o estudo Observador Cetelem Natal 2017. No entanto, o vestuário e os brinquedos continuam a liderar as duas primeiras posições na tabela de ofertas, sendo que os presentes para os mais pequenos têm também um incremento significativo.

 

De acordo com os resultados do estudo, que analisa as intenções de compra e poupança dos portugueses para o período natalício em que nos encontramos, o vestuário continua a ser a prenda que os consumidores mais pretendem oferecer. E cresce a tendência nesse sentido, pois, se em 2016 cerca de 58% dos inquiridos o manifestavam, este ano o valor cresce 26 pontos percentuais, ao atingir os 84%. Destes, 67% garantem mesmo que vão comprar vestuário, enquanto 17% talvez o façam.

 

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O principal destaque é mesmo o aumento verificado quanto às intenções de compra de produtos culturais (que neste estudo são considerados os livros, CD’s, DVD’s, etc.), que passa de valores a rondar os 30% nos últimos anos (36 pontos percentuais em 2016), para mais do dobro este ano, com 73%.

 

Por ser uma época especialmente dedicada às crianças, também os brinquedos são, naturalmente, muito procurados para oferta. Mas este ano assiste-se também a um forte incremento. Assim, 51% dos inquiridos asseguram comprar brinquedos, enquanto 13% levantam essa hipótese, o que resulta num total de 64% de portugueses com intenções de compra nesse sentido. Este é um valor superior em 15% face ao registado no ano transato, quando o valor não ultrapassou um total de 49%.

 

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Outras prendas que merecem destaque são os perfumes e relógios, com intenções de compra à volta dos 57%, embora cerca de um terço dos inquiridos não garanta a respetiva aquisição, e os acessórios de moda, referidos por 54% dos consumidores nacionais.

 

Este estudo foi desenvolvido em colaboração com a Nielsen, tendo sido realizados 600 inquéritos por telefone, a indivíduos de Portugal continental, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos, entre os dias 23 de setembro a 6 de outubro, e um erro máximo é de +4.0 para um intervalo de confiança de 95%.

 

 

 

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