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Museus no mundo proíbem paus de selfies

Soma-se os museus pelo mundo que estão a proibir a entrada dos populares dispositivos para tirar fotografias, com receio de danos em obras e perturbação do ambiente. Em Portugal, a Direção-Geral do Património Cultural diz não haver regras específicas para a sua utilização.

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O Museu de Arte Moderna (Moma) e o Museu Metropolitan, em Nova Iorque, o Stedelijk Museum de arte contemporânea e o Hermitage, em Amesterdão, o Museu do Louvre, em Paris, o Palácio de Versailles, e ainda os londrinos Tate Modern e Galeria Nacional são alguns dos museus que já proibiram a entrada de paus de selfies para evitar danos nas obras e alguma perturbação do ambiente, que naturalmente acontece quando se usa estes dispositivos para tirar fotografias.

Outros museus do mundo estão a considerar implementar a mesma medida muito em breve.

O pau de selfie está a ser considerado tão perigoso como um guarda-chuva, pois a sua extensão permite chegar a obras e outros objetivos valiosos, que poderão ser facilmente danificados.

A Mood contactou a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC), que informou que em Portugal não há regras específicas para estes dispositivos. «Não existe, em geral,  proibição de utilizar selfie sticks, no entanto, se um funcionário considerar que a utilização do selfie stick está a perturbar a visita de outras pessoas, ou pode colocar em risco as coleções, pode e deve impedir a sua utilização. A Lei-Quadro dos Museus Portugueses (artº34º) dispõe que os museus podem estabelecer restrições à entrada por motivos de segurança, que se limitam ao estritamente necessário, e podem consistir na obrigação de deixar depositado na área de acolhimento objetos que pela sua natureza possam prejudicar a segurança dos bens culturais e das instalações».

A DGPC remeteu para os regulamentos internos de cada museu e palácio (aprovados pela direção da DGPC) o estabelecimento de regras mais apertadas, em função de características do espaço expositivo e da necessidade de segurança das coleções.

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