Home»GLAMOUR»BELEZA»Mulheres que fazem facelifts percecionadas como mais atraentes e bem-sucedidas

Mulheres que fazem facelifts percecionadas como mais atraentes e bem-sucedidas

Um estudo publicado hoje no Jornal da Associação Médica Americana confirma que as mulheres após esta cirurgia conseguem ganhos múltiplos em termos de imagem exterior. E ‘recuperam’ cerca de quatro anos de vida.

Pinterest Google+
PUB

Como são percecionadas as mulheres após um facelift? Como mais jovens, mais atraentes, mais saudáveis e mais bem-sucedidas. Estas foram as conclusões a que chegaram os investigadores da Universidade John Hopkins, em Baltimore, EUA.

 

O estudo, publicado hoje na divisão de cirurgia plástica do Jornal da Associação Médica Americana, confirma que esta intervenção cirúrgica influencia nos relacionamentos sociais, uma vez que interfere na forma como as mulheres são percecionadas pelos outros.

 

Veja também: Malditas rugas! Saiba como travar um pouco o tempo

 

A análise consistiu em mostrar fotografias de 13 mulheres a 536 observadores, sem que lhes fosse indicado se as mulheres tinham ou não feito o procedimento. As imagens de mulheres tiradas após a cirurgia foram indexadas como mais atraentes, mais jovens, mais saudáveis e mais bem-sucedidas.

 

Segundo o estudo, as mulheres que tinham em média 59,6 anos, passaram a ser vistas como tendo 55,8 anos. Numa escala de 0a 100, o seu nível de atração aumentou de 48.8 para 57.1. A perceção de que eram mulheres bem-sucedidas também aumentou de 57.4 para 63.3. Por fim, os observadores indicaram que o nível de percepçao de saúde das mulheres passou de 54.8 para 63.7 pontos percentuais.

 

Veja também: Os segredos de beleza das estrelas

 

De 2011 a 2015, os procedimentos cirúrgicos aumentaram 17% nos Estados Unidos, sendo o facelift um dos mais comuns.

 

Um estudo anterior citado pelo JAMA refere que quem fez este procedimento revelou-se muito satisfeito com o resultado, por ter melhorado a sua aparência, qualidade de vida e bem-estar psicológico.

 

 

Artigo anterior

Idosa que fazia escalada salva pela tecnologia que usava

Próximo artigo

Anorexia nervosa pode ser genética, sugere estudo