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Mudar de casa na infância pode provocar problemas mentais

Os riscos elevados da mobilidade residencial frequente foram observados em todo o espectro socioeconómico e conclui-se que pode ser intrinsecamente prejudicial.

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Mudar de casa durante a infância aumenta as hipóteses de ter problemas de saúde mental mais tarde, segundU um estudo publicado no ‘American Journal of Preventive Medicine’.

 

O período mais sensível para mudar de casa compreende-se entre os 12 e os 14 de anos. Os problemas mentais que as crianças podem sofrer com a mudança não se devem a uma questão económica, isto é, não são só as crianças mais pobres que sofrem.

 

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Os responsáveis pelo estudo agruparam os resultados negativos em três categorias: a doença mental – qualquer diagnóstico psiquiátrico como depressão e ansiedade e, também, o abuso de substâncias; a violência, incluindo o suicídio e a criminalidade e, por fim, a morte – morrer mais cedo do que o esperado.

 

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A mobilidade residencial infantil está associada a resultados adversos a longo prazo. «Os serviços sociais, as escolas e outros órgão públicos devem estar atentos às necessidade psicológicos de crianças e adolescente realocados, tanto de famílias ricas como daquelas que são mais necessitadas», elucida Roger T. Webb, líder da pesquisa, ao ‘Psy Blog’.

 

Para o estudo, os investigadores utilizaram dados sobre cada criança nascida na Dinamarca entre 1971 e 1997. Segundo Webb, a Dinamarca é o único país onde atualmente é possível conduzir uma investigação nacional abrangente sobre mobilidade residencial infantil e o risco das consequências no futuro. A pesquisa constatou que 37% das crianças mudaram de casa pelo menos uma vez antes do seu 15º aniversário.

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