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Mitos sobre a Sida que têm de ser quebrados

O Dia Mundial de Luta Contra a Sida é comemorado a nível mundial no dia 1 de dezembro. Altura para voltarmos a desmistificar alguns mitos.

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A Sida é uma das doenças mais temidas do século XXI, mas é também a doença que desencadeia mais teorias e preconceitos. Por forma a clarificar que sigla é esta, convém explicar de que condição humana estamos a falar.
Sida ou Síndrome da Imunodeficiência Adquirida é uma doença não hereditária causada pelo vírus da imunodeficiência humana (VIH) que enfraquece todo o sistema imunitário, aniquilando a capacidade de defesa em relação a muitas doenças.

 

Como explica o Portal da Saúde, o «VIH é o agente causador da Sida» e pode ficar «incubado no corpo humano por tempo indeterminado, sem que manifeste quaisquer sintomas».

 

Quando o tema é a Sida, as maiores dúvidas surgem relativamente à forma de transmissão. «A transmissão sexual é a principal via de transmissão do VIH em todo o mundo», lê-se no site, que indica ainda que outra via de transmissão é o «contacto com sangue infetado», ou de mãe para filho durante a gravidez, parto ou amamentação. «Quando uma pessoa está infetada com o VIH, diz-se que é seropositiva».

 

Recentemente, o ator Charlie Sheen assumiu ser portador do vírus. Esta notícia reacendeu todas as polémicas envoltas sobre esta temática. E, apesar de existirem inúmeras informações acerca da doença, existem ainda muitos mitos em torno da Sida.

 

Com o objetivo de contribuir para a sua erradicação, o site Mashable listou alguns dos mitos que devem ser, rapidamente, quebrados.
Mito 1 – Promiscuidade e drogas são os principais causadores da Sida. Não é verdade. Embora as seringas e agulhas, assim como a escova de dentes, lâminas de barbear e/ou material cortante sejam os materiais que podem proporcionar uma contaminação mais rápida – quando existe sangue – a ideia de que a doença provém de uma vida sexual aleatória e do uso de drogas é errada.

 

Mito 2 – A Sida é apenas um problema de pessoas homossexuais e de cor. As relações entre pessoas do mesmo sexo e a cor de pele nada têm que ver com a incidência do vírus que causa a Sida.

 

Mito 3 – Ao envolver-se, sexualmente, com alguém com o vírus, fica-se automaticamente contaminado. Não é verdade. Por vezes o vírus está em níveis tão baixos que é indetetável. Diz o Mashable que muitos estudos têm demonstrado que não existe qualquer caso comprovado de transmissão do vírus de alguém que tenha uma carga viral não detetável no momento do contacto sexual.

 

Mito 4 – As pessoas com relações monogâmicas não precisam de fazer o teste. Conhecer o parceiro sexual é uma forma de contrariar o risco da doença, contudo, existem outros fatores de risco, como mencionado acima.

 

Mito 5 – A criminalização da Sida vai erradicar as infeções. Nos Estados Unidos, não revelar a um parceiro de que se tem Sida é crime, contudo, a ideia de que a criminalização da não-divulgação da doença vai erradicar a transmissão é um mito.

 

Mito 6 – É possível dizer que alguém é seropositivo apenas olhando para a sua aparência. Não necessariamente. «Uma pessoa seropositiva pode não ter sinais da doença, aparentando mesmo um estado saudável durante um período de tempo que pode durar vários anos. No entanto, essa pessoa está infetada e, porque o vírus está presente no seu organismo, pode, durante todo esse tempo, transmiti-lo a outra pessoa», lê-se no Portal da Saúde.

 

Mito 7 – Quem contrai Sida morre de Sida. A Sida não é uma sentença de morte, embora deixe o organismo mais fraco e à mercê do mínimo ataque de qualquer outra doença. A Sida não é a causa da doença, é a base do aparecimento de outras doenças que podem matar, uma vez que destrói o sistema imunitário.

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