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Mitos e verdades sobre o protetor solar

A pele é o maior órgão do corpo humano e, como tal, deve ser bem cuidada. É aconselhável utilizar protetor solar o ano todo, mas é ainda mais importante no verão. Falámos com a dermatovenereologista Joana Cabete para desmitificar alguns mitos relacionados com os protetores solares. Saiba tudo aqui.

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Os protetores com um fator de proteção maior do que 50+ criam ilusões de segurança.

VERDADE. Ao prevenirem a queimadura solar, os protetores de maior fator de protecção dão uma falsa sensação de segurança e encorajam a uma exposição solar mais prolongada.

 

O fator solar ajuda a prevenir o envelhecimento da pele.

VERDADE. A radiação UVA é a principal responsável pelo envelhecimento cutâneo. Os UVB induzem sobretudo o bronzeamento e as queimaduras solares, porém também contribuem indiretamente para o fotoenvelhecimento. O ideal é a proteção combinada para as radiações UVB (dada pelo fator de proteção solar ou SPF) e UVA (assinalada nos rótulos dos protetores que têm esta propriedade).

 

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As peças de roupa com tecidos apertados e grossos, como a lã, são mais eficazes na proteção solar do que a roupa de linho ou algodão.

VERDADE. Quanto mais justa e escura é a malha do vestuário, menos radiação ultravioleta deixa passar. Assim, tecidos de lã ou de fibras sintéticas como o polyester e o nylon protegem melhor do que tecidos naturais e leves como o algodão e o linho. A clássica t-shirt branca de algodão confere pouca proteção solar.

 

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O bronze artificial obtido nos solários aumenta a hipótese de lesões na pele.

VERDADE. O bronzeamento em solários resulta da exposição a doses elevadas de radiação ultravioleta, aumentando o risco de cancro cutâneo e acelerando o envelhecimento da pele.

 

O sol ajudar a sintetizar a vitamina D e, como tal, quanto mais exposição solar, melhor.

MENTIRA. A vitamina D pode ser obtida através da alimentação, de suplementos e, sobretudo, pela síntese cutânea estimulada pela exposição solar. Na maioria das pessoas, são necessários apenas 15 a 20 minutos de exposição solar diária no exterior (a radiação UVB não passa o vidro) para sintetizar a dose diária recomendada de vitamina D.

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