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Massa, pasta, di massa, masse: o alimento intemporal que afinal faz bem

Há quem goste dela bem cozida, há quem goste dela ‘al dente’. Existe em diferentes cores e feitios e a sua composição nutricional é benéfica para o nosso corpo e recomendada por vários especialistas. Saiba mais sobe este alimento controverso na altura em que se assinala a Semana da Cozinha Italiana no Mundo.

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Os investigadores analisaram os dados do National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES) 2001-2012 em adultos norte-americanos (> 19 anos de idade). A qualidade da dieta foi medida através do Índice de Alimentação Saudável do USDA-2010, que mede a dieta de uma pessoa de acordo com as Diretrizes Alimentares do USDA (Departamento de Agricutura dos Estados Unidos) e o consumo de macarrão foi definido como todas as massas secas domésticas e importadas de massas feitas com trigo e sem ovo. A partir da análise identificaram uma série de padrões nutricionais: índices mais elevados de qualidade da dieta (conforme medido pela escala Healthy Eating Index-2010 do USDA); maior ingestão de nutrientes em deficiência, como folato, ferro, magnésio e fibra dietética; menor ingestão diária de gorduras saturadas e adição de açúcar e, por fim, maior ingestão de vitaminas e minerais em geral.

 

As conclusões da pesquisa sugerem que a massa pode ser um alicerce eficaz para uma boa nutrição, uma vez que serve como um sistema perfeito de distribuição de frutas, verduras, carnes magras, peixes e leguminosas. Sublinha a importância nutricional dos grãos, como massas, ingeridos consistentemente. Mostra, no fundo, que os consumidores de massa têm dietas de melhor qualidade do que aqueles que não a comem.

 

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Depois de anos a ouvir que os hidratos de carbono são os piores inimigos de uma dieta, são vários os estudos que o negam. Exemplo disso é um estudo feito pelo Instituto Neurológico Mediterrânico, Itália, e pela University of Reading, Inglaterra, que revelou que o consumo de massa não engorda e pode prevenir o aumento de peso, assim como outros problemas de saúde. Na verdade, os resultados do estudo mostram que é errado ‘demonizar’ os hidratos de carbono e que o seu consumo como, por exemplo, massas, não tem que ter um efeito adverso no peso do corpo.

 

«Saber o que se está a comer passa por saber comprar bem, e isso implica aprender a interpretar a informação nutricional que compõe os rótulos dos alimentos», avança Alexandre Fernandes, nutricionista e cronista da Mood. Por isso, quando for às compras, informe-se. Leia os rótulos (aprenda aqui) e, no caso da massa, opte por uma que seja integral. A diferença chave entre massas de farinha branca e integral está exatamente na quantidade de nutrientes e na presença de fibras. A farinha branca passa por um processo de refinamento que elimina grande parte dos seus nutrientes. A farinha integral, por outro lado, não passa por esse processo e preserva os seus nutrientes (proteínas, minerais, vitaminas e fibras). A farinha integral tem a mesma quantidade de calorias que a farinha branca.

 

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