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Mas que grande notícia

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Na sexta-feira, publicámos a notícia de que um tratamento inovador que só havia sido testado em ratos conseguiu reverter o cancro de que sofria uma criança de um ano, e que estaria condenada à morte.

 

Mas que grande notícia! Apesar de toda a prudência que este tipo de notícias nos merece, há algo nesta que me deixa esperançosa de que nesta guerra se deu um passo decisivo. Pois passou-se do laboratório para a vida real. E resultou.

 

Quem trabalha na área editorial, mesmo que não especificamente no campo da saúde, vai-se cruzando com novidades, estudos, previsões sobre a luta contra o cancro. Há centenas de investigações em curso, ensaios clínicos, estudos, abordagens de ataque em diversas frentes. Agora uma coisa eu tenho vindo a perceber: a solução parece estar na terapia genética. Corrigir geneticamente o que em alguma altura da vida descarrilou.

 

Não me querendo alongar, pois de longe domino a matéria – mas garantido que iremos procurar quem melhor esclareça o leitor -, quero apenas partilhar a satisfação de ter lido uma notícia destas.

 

Uma menina com menos de um ano foi a primeira pessoa do mundo a receber uma terapia genética inovadora que só havia sido testada em ratos. E resultou. A prudência obriga a esperar e os médicos dizem que ainda é cedo para dizer que a criança está curada. Mas este desenvolvimento marca já um grande progresso nesta área. E, voltamos a dizer, é uma grande notícia.

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