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Marianne Bittencourt: «Os modelos não podem ter medo de serem rejeitados»

Em 2011, Marianne foi descoberta por um scouter da agência Karacter durante um concerto. Um encontro que mudou a vida da jovem modelo, que nos fala da sua experiência no mundo da moda.

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Olhos verdes e cabelo castanho. As medidas 80-61-86 estão distribuídas por 1,77 metros de altura. É este o bilhete de identidade de Marianne Bittencourt, a brasileira natural de Assaí, que vive em Lisboa. Há quatro anos, Marianne foi abordada por um scouter da agência Karacter quando estava num concerto. Surgiu o convite para participar no concurso de modelos da agência, o Model Tour, que acabou por não vencer. Mas foi este o bilhete de entrada da jovem  na moda. Este ano, Marianne surgiu na capa da revista Vogue portuguesa. Para trás estão editoriais para a Vogue Jóias italiana e para a GQ portuguesa, assim como lookbooks para a Salsa e Roberto Cavalli. Nesta entrevista, espreitamos a vida de uma jovem modelo.

 

Lembras-te do momento em que decidiste que querias ser modelo? 

Não houve um momento exacto, mas depois dos meus primeiros trabalhos comecei a perceber que gostava do que estava a fazer e que queria continuar.

 

Qual te parece que é a ideia dos modelos portugueses no circuito internacional?

Não existe muito uma ideia sobre os modelos portugueses lá fora, porque também somos muito poucos no mercado internacional. Raramente trabalho com pessoas que já trabalharam com portugueses, o que é uma pena porque sei que temos imensos modelos com muito potencial para trabalhar lá fora.

 

Que experiência internacional destacas do teu currículo?

Acho que não foi para um trabalho específico, mas ter ido para Nova Iorque e ter vivido lá 3 meses foi uma das melhores experiências como modelo que já tive.

 

Qual a maior diferença entre trabalhar em Portugal ou fora?

Os trabalhos internacionais costumam ter uma maior repercussão na minha carreira e infelizmente os cachets que recebemos lá fora são muito muito maiores que em Portugal.

 

Com que designer gostarias de trabalhar no futuro?

Donatella Versace ou Alexander Wang

 

Fala-nos da experiência de desfilar na Moda Lisboa?

Para mim desfilar na Moda Lisboa é sempre um grande prazer. Adoro toda a gente que trabalha lá, desde dos cabeleireiros aos designers que apresentam as suas coleções. Desfilar na Moda Lisboa é sempre uma oportunidade para rever toda a gente, e sendo um evento importante na moda portuguesa, é também uma grande honra.

 

Tens algum modelo de referência?

Gosto das modelos mais old school como a Natasha Poly ou Abbey Lee.

 

Gostas mais de passarela ou fotografia?

Não consigo escolher, gosto das duas coisas igualmente.

 

Enquanto consumidora, és atenta às tendências?

Às vezes gosto de saber o que se vai usar na próxima temporada mas normalmente se gosto de uma peça compro-a.

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