Mapa astrológico: as casas de água e efeitos na vida
A forte sensibilidade afeta muitas vezes a sua vitalidade, que pode ser acionada por problemas da sociedade, pessoais ou simplesmente por verem um filme e começarem a chorar.
Ao continuarmos a nossa pesquisa sobre possíveis causas/efeitos no círculo da nossa vida, mantenho a ligação com as casas de água, conforme vimos no artigo anterior, leva-nos a mergulho de profunda reflexão, principalmente a temas, como medo, perda, abandono, rejeição, a falta do sentido de pertencer. Para que nos possamos conectar de novo com estes padrões emocionais que tanto precisamos de resgatar, mas precisamos de entender porquê? De onde vem?
As pessoas que se relacionam com estes indivíduos de influência destas casas têm muita dificuldade em os compreender, isto porque reagem de forma intensa e emocional. A forte sensibilidade afeta muitas vezes a sua vitalidade, que pode ser acionada por problemas da sociedade, pessoais ou simplesmente por verem um filme e começarem a chorar. Quem está ao seu lado fica muitas vezes incrédulo.
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Assim, estes indivíduos que têm planetas nas casas de água desejam profundamente libertar-se de um fardo kármico de padrões emocionais muito antigos. E, no entanto, raramente têm forças para se libertarem, precisam mergulhar fundo nestas águas. Os medos, os fantasmas dos quais gostaria de se libertar estão inscritos nestas três casas. É muito importante, analisar o signo que abre a cúspide destas casas e onde no mapa astrológico se encontram os regentes (planete que rege esse signo), e claro que planetas temos presentes nestas casas e como se ligam ao restante mapa, para termos mais pistas de informação contida na memória destes mapas.
Mas, muitas vezes precisamos de ajuda, para podermos ter o feedback de um astrólogo para nos guiar neste processo e para isso é preciso ter coragem, força, vontade de resgatar seu potencial puro. Enquanto a pessoa se recusar a fazer este “mergulho” permanecerá “sufocada” nestes padrões emocionais do passado.
Uma parte desta água que ganha três formas, o que pode indicar, que está presa na infância, ou nas mudanças que viveu, ou nas dores dos outros. O primeiro passo para libertar começa no dia em que a pessoa admite a possibilidade de trazer do passado dores que precisa enfrentar e que muitas vezes estão relacionadas com os seus ancestrais.
Caso pretenda fazer o trabalho interior, neste caminho de autoconhecimento, estes traumas tornarão a emergir à superfície consciente, criando um choque. A pessoa reviverá, para os poder entender e libertar. Apesar das lembranças serem dolorosas e por vezes trazerem fraqueza, pouco a pouco, a força destas diminui, e começa a largar de forma consciente estas mochilas do passado, trazendo alivio. Acaba por restaurar a sua energia vital. O que costumo dizer “Ganha asas para voar”.
Bibliografia consultada – Judy Hall no livro “Vidas Passadas, Carma e Astrologia” e “Jornada Kármica”
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