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Mais sexo não garante uma relação mais feliz

Um estudo levado a cabo pela Universidade de Carnegie Mellon mostrou que os casais que têm sexo com a frequência que desejam, sem sofrerem pressões exteriores, são mais felizes.

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A ideia de que os casais mais felizes têm mais sexo é tida como certa. No entanto, um estudo realizado pela Universidade Carnegie Mellon quis explorar a relação entre causa e efeito entre sexo e felicidade. Para isso, os investigadores dividiram 64 casais, com diferentes vidas sexuais, em dois grupos. Ao grupo A foi pedido para manterem a mesma frequência sexual, enquanto ao grupo B foi pedido para terem duas vezes mais sexo.

 

Para surpresa dos investigadores, no final da experiência, a energia e entusiasmo do grupo B tinha diminuído e o sexo foi definido como “não tão divertido”. Já o grupo A mostrou-se feliz porque, ao que parece, os casais que podem ter sexo com a frequência que querem e que não se deixam afetar por pressões exteriores para aumentarem a frequência de sexo vivem mais descontraídos.

 

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Um dos erros mais comuns é dar mais importância à quantidade do que à qualidade do sexo em relações estáveis. Esse erro advém, com frequência, de comparações feitas em conversas entre amigos.

 

A equipa da Universidade Carnegie Mellon escreve nas suas conclusões que “é a felicidade que estimula o sexo, e não o oposto”. Assim, se um casal tem a cabeça ocupada com trabalho ou problemas familiares e a frequência sexual diminuiu, isso não quer dizer que a relação está a passar por problemas.

 

 

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