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Madeira celebra 600 anos de existência na BTL

Foi em 1419 que os navegadores Tristão Vaz Teixeira, Bartolomeu Perestrelo e João Gonçalves Zarco chegaram à costa da ilha que acabariam por apelidar de Madeira, devido à presença prolífera deste material na paisagem. Seis séculos passados anos passados, “Este é o ano para ir à Madeira”, convida o Turismo da Madeira.

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 Faz este ano 600 anos que os navegadores Tristão Vaz Teixeira, Bartolomeu Perestrelo e João Gonçalves Zarco chegaram à costa de uma ilha a que chamaram Madeira, devido à presença prolífera deste material no território. Já Porto Santo, descoberto antes, em 1418, foi nomeado desta forma devido a uma tempestade que desviou as embarcações, destinadas a África, e garantiu que os marinheiros atracassem num porto seguro, salvando-os do mar revolto.

 

Ao longo destes 600 anos, a Madeira e Porto Santo atravessaram diversos ciclos económicos, cujo papel no desenvolvimento do arquipélago acabaria por estruturar e desenhar vários aspetos socioculturais da vida madeirense. É este o mote sob o qual o stand da Madeira na BTL está dividido este ano, contando a história desta chegada, do povoamento do arquipélago e dos vários passos neste processo que passa pelos cereais, a fruta, a cana de açúcar, o vinho e, claro, o turismo, esclarece o Turismo da Madeira.

 

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A 31ª edição da BTL – Feira Internacional de Turismo decorre de 13 a 17 de março, na FIL, Parque das Nações, em Lisboa, sendo que para o público em geral está aberta de 15 a 17 de março.  Afirmar, junto do mercado nacional, a Madeira como destino de férias, ao longo dos 365 dias do ano, é o objetivo, numa clara estratégia de maior proximidade. Assim, em 2019, o mote de comunicação é “Este é o ano para ir à Madeira”, com um vasto conjunto de iniciativas, nomeadamente sorteio de viagens e estadas na Madeira e Porto Santo, bem como algumas provas gastronómicas. É ainda neste evento que serão evidenciados os principais motivos pelos quais muitos portugueses deverão visitar a Madeira em 2019, adianta o Turismo da Madeira.

 

Há 600 anos este era um arquipélago não habitado, mas cujo papel foi incontornável nas viagens marítimas realizadas por Portugal nos séculos XV e XVI. O processo de desenvolvimento da ilha ao longo destes seis séculos divide-se essencialmente em quatro ciclos que marcam a organização do stand na Bolsa de Turismo. São eles: Ciclo dos Cereais, Ciclo do Açúcar, Ciclo do Vinho e Ciclo do Turismo.

 

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Porém, hoje, após 600 anos de povoamento da ilha, a natureza deslumbrante do arquipélago continua a ser o seu bem mais precioso, sendo que a animação turística gira em torno da orografia, diversidade morfológica e paisagística. As montanhas, as águas límpidas, as florestas frondosas, o clima ameno, o descanso, o lazer e o desporto são os pontos fortes da Madeira e Porto Santo.

 

Este arquipélago português compreende quatro grupos de ilhas: Madeira, Porto Santo, Desertas e Selvagens, e apenas as duas primeiras são habitadas. As outras ilhas, Desertas e Selvagens, são reservas naturais e fazem jus ao nome que lhes foi atribuído.

 

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A Madeira está a aproximadamente a 1000 km do continente europeu e a apenas 500 km do continente africano. A posição geográfica e a orografia montanhosa da ilha da Madeira propiciam um clima ameno: 25° C no verão e 17° C no inverno, com temperaturas médias muito suaves e uma humidade moderada. O clima da ilha do Porto Santo é seco e estável, com pouca variação térmica entre as diferentes estações, pelo que é normal fazer praia durante todo o ano. Veja imagens na galeria acima.

 

Em 2018, a Região registou mais de 314 mil hóspedes nacionais, os quais deram origem a mais de 995 mil dormidas na hotelaria regional. O ano encerrou com este mercado a crescer 1,7% nos hóspedes e 7,4% nas dormidas, crescimento que se valoriza sobretudo se atendermos a que o mesmo é constante ao longo dos últimos 4 anos. Destaque ainda para o aumento significativo da estada média que passou para 3,2 dias.

 

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