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Junho, o despertar para a vida

Como temos vivenciado, este ano desafia-nos quanto à nossa coerência interna, entre o que pensamos, sentimos e fazemos, daí sermos obrigados a olhar para os mesmos desafios com olhares diferentes.

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Este mês traz-nos dois temas diferentes e opostos. Se por um lado 2021/5 é um tema de mudanças, imprevistos e de libertar crenças e padrões que nos limitam, 2021/6 traz-nos o compromisso, a responsabilidade de assumir um lugar na nossa vida, na nossa família, na comunidade, no país e no mundo.

 

Como temos vivenciado, este ano desafia-nos quanto à nossa coerência interna, entre o que pensamos, sentimos e fazemos, daí sermos obrigados a olhar para os mesmos desafios com olhares diferentes, o que implica a libertação de crenças e padrões e, neste mês, isto será o mote.

 

Assim, teremos momentos em que vamos questionar se tudo o que aprendemos, se tudo o que herdamos faz sentido continuar no nosso caminho. Nascer numa família faz parte da nossa evolução, no entanto, há registos que nos impedem de sermos nós mesmos, pois herdamos potenciais, mas também padrões e crenças, e muitas vezes repetimos determinados comportamentos e formas de estar que nos levam a ter a sensação de que vivemos mais a vida de outra pessoa e não a nossa.

 

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E isto leva-nos a crises existenciais! Devemos entender que o processo evolutivo é assim mesmo, pois estamos na família perfeita para evoluirmos como seres humanos e que tudo faz parte das nossas aprendizagens, e o primeiro passo é aceitar que tudo foi como tinha de ser e com gratidão largar o que já não faz sentido para sermos mais nós mesmos!

 

Por isso, este mês será o despertar para a vida! Despertar para nós mesmos, iluminando as nossas dores, as nossas feridas pois sem elas não crescíamos, mas ao mesmo tempo inspirarmo-nos para criarmos um novo horizonte.

 

Teremos momentos em que será necessário fazermos a mudança e outros em que será necessário estarmos presentes para nós e para os nossos, daí será crucial perceber que há momentos em que temos que fazer acontecer e outros simplesmente em que temos de usufruir dos nossos afetos, pois afinal se calhar já somos todos felizes e nem sabemos ou não temos consciência disso!

 

 

 

 

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