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Isabel Guimarães: «Queremos fazer de Portugal uma referência internacional na área da astrologia»

A astróloga e presidente da Associação Portuguesa de Astrologia organiza o Congresso Internacional de Astrologia, a decorrer a 23 e 24 de março, em Lisboa. De âmbito internacional, quer dignificar uma sabedoria milenar muitas vezes menosprezada e também destacar o país nesta área.

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Dois anos depois, volta a organizar um congresso internacional sobre astrologia em Portugal. O que a motivou a organizar esta segunda edição?

A realização do 2º Congresso Internacional de Astrologia deve-se à motivação da nossa organização em reunir astrólogos de várias partes de mundo e poder dignificar o nosso lema “Juntos Fazemos a Diferença”. O trabalho do astrólogo em grupo, a partilha de saberes e podermos integrar várias especialidades incentiva ao trabalho da ASPAS – Associação Portuguesa de Astrologia e reúne todas as condições para cumprir com os seus estatutos.

 

O que está previsto para este encontro de astrólogos?

Muitas surpresas. Como é o 7º aniversário da Associação Portuguesa de Astrologia, queremos criar uma “Ponte para o Mundo”, tema do nosso congresso, reunindo vários astrólogos de diversos países e de Portugal, festejando um ciclo de muitos desafios e o orgulho de ser a única associação portuguesa de astrologia que se mantém firme nos seus princípios e valores desde a sua criação, sustentando o que tem nos seus estatutos e com ações efetivas, não desviando a sua rota por outros interesses que não sejam a união de saberes e a partilha, levando ao público leigo a sua ancestralidade, credibilidade e fundamentação.

 

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Que aprendizagem trouxe do primeiro para o segundo congresso?

Na realidade é o terceiro evento que a ASPAS realiza, sendo que o 1º foi o Simpósio Luso Brasileiro na Fil – Centro de Reuniões do Parque das Nações, em 2015, e dessa primeira experiência ficou a certeza de que poderíamos alagar para o congresso internacional reunindo vários países no nosso país como palco naquele que é o país que mais história, mais pontes criou para o mundo.

 

Desta aprendizagem ficou a certeza de que de dois em dois anos queremos partilhar, reunir, e levar ao público a qualidade que se pratica em astrologia, as realidades na área profissional, a qualidade em autores de vários livros, formação, teses e investigação que nos leva a um mundo profissional com uma excecional qualidade. Uma das nossas metas é fazer de Portugal uma referência internacional na nossa área e temos conseguido nos últimos quatro anos trazer a Portugal grandes nomes, sendo os congressos o ponto máximo da troca de contatos, conhecimentos e compromissos futuros com todos que nele participam.

 

Nesta segunda edição traz também profissionais estrangeiros a Portugal. Que experiência resulta deste encontro de profissionais de diferentes países?

Nestes encontros criamos magníficas experiências, aprendemos, abrimos o nosso leque de conhecimentos e sentimos que somos todos UM, numa profunda experiência de realidades de outras culturas. Queremos caminhar nesse sentido, permitindo levar a outros países a nossa cultura, qualidade e capacidade de abrir as nossas portas, a nossa humilde, sabedoria e estrutura de trabalho e organização.

 

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Quais as expectativas para este congresso? O que pretende alcançar?

Sinceramente, as minhas expetativas são sempre ultrapassadas. Ainda falta um mês e já estamos quase com lotação esgotada. O maior prazer foi ter vários astrólogos pelo mundo a quererem participar no nosso congresso. É a primeira vez que ao abrirmos o regulamento do congresso para receber candidaturas, fomos surpreendidos por centenas de pedidos e desta vez foi mesmo muito difícil escolher, devido à excecional qualidade.

 

Quase que teríamos a vontade de fazer como a UAC e abrir um congresso por cinco dias, mas ainda é cedo para essa realidade em Portugal, sem patrocínios e com uma associação sem fins lucrativos temos feito o impossível. O que pretendemos alcançar é o prazer de reunir um grupo de pessoas levadas pelo mesmo espírito de partilhar, aprender e conhecer colegas de outras partes do mundo. E sentir que, ao sermos os anfitriões, Portugal consegue realizar congressos de um nível de qualidade que nos encherá de orgulho.

 

Este é um encontro apenas de profissionais? Não está previsto o contacto dos profissionais com visitantes que os queiram alcançar, já que será uma oportunidade única de contacto?

Todos os congressos da nossa associação querem dignificar o tema que nos rege como associação, “Juntos Fazemos a Diferença”, logo temos esse espírito de todos terem a oportunidade de estar em contato com os profissionais. O ponto alto será a Tour Astrológica onde iremos realizar um passeio por Lisboa, visitando a Fabrica dos Pasteis de Belém, de forma a juntar público e profissionais numa partilha de saberes e de experiências. Ao longo de todo o congresso, um lindíssimo espaço de vendas, que teremos no hall do bar do VIP Executive Art’s Hotel, permitirá conhecer melhor os profissionais e até mesmo poder obter um autógrafo e vários livros que teremos dos próprios.

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