Home»VIDA»CARREIRA»Índice de talento mundial coloca Portugal em 31º lugar

Índice de talento mundial coloca Portugal em 31º lugar

No conjunto dos 118 países analisados, Portugal obteve uma avaliação de 55,40 pontos, estando integrado no grupo de países com rendimentos elevados. Mas desceu um lugar em relação a 2016. A Suíça lidera o ranking.

Pinterest Google+
PUB

A Adecco, em conjunto com a Escola de Negócios Internacional (INSEAD) e o Human Capital Leadership Institute (HCLI), apresenta pelo quarto ano consecutivo o Global Talent Competitiveness Index (GTCI), colocando Portugal, este ano, em 31º lugar na análise que contempla 118 países, à frente de Espanha (35º) e Itália (40º).

 

Dentro das seis competências que são analisadas no Índice, o nosso país apresenta um bom comportamento ao nível das novas oportunidades, ocupando o 33º lugar. No que se refere à atratividade de mercado e habilidades globais de crescimento, encontra-se na 27ª posição. Ao nível da competência profissional e técnica, ocupa o 50º lugar e no que se refere a conhecimentos globais o 35º. Por fim, e quanto à taxa de retenção ocupa uma boa posição, destacando-se no 22º lugar.

 

Veja também: Hábitos das pessoas organizadas

 

O pilar com piores resultados para Portugal é a competência profissional e técnica (50), o que significa que o panorama dos trabalhadores deve ser trabalhado de forma a melhorar a este nível.

 

Em geral, os países entre os 15 primeiros no ranking global do GTCI demonstram um forte desempenho em cada uma das seis competências do modelo.

 

Veja também: Apaixone-se pelo seu trabalho: dicas para os millennials

 

Este estudo exaustivo está orientado para a resolução das questões relacionadas com a competitividade no mundo do trabalho. Lançado pela primeira vez em 2013, o GTCI fornece dados e análises que ajudam a desenvolver estratégias no âmbito do talento, a superar desajustes e a ser-se competitivo no mercado global.

 

«Em 2017 o tema principal do GTCI centra-se no talento e na tecnologia. Contrariamente a algumas previsões sobre um “futuro sem emprego”, as análises e os capítulos presentes no relatório deste ano indicam que as pessoas, as máquinas e os algoritmos se encontram em sintonia para criar um futuro laboral onde são dependentes e adquirem novas capacidades», refere Carla Rebelo, diretora geral da Adecco Portugal.

 

Veja também: Erros a não cometer no trabalho

A edição deste ano revela assim, que os países europeus continuam a liderar o ranking GTCI, com 16 deles a encontrarem-se no top 25. A Suíça mantém a primeira posição do ranking, sendo que este ano o índice soma ainda três países não europeus entre os 10 primeiros: Singapura, no 2º lugar, Estados Unidos na 4ª posição e a Austrália na 6ª. O Reino Unido está em 3º lugar.

 

Os líderes não Europeus do ranking tendem a ser países que desenvolvem a sua economia no sentido de se tornarem mais atrativos ao nível da taxa de empregabilidade. As grandes diferenças entre países no que se refere a resultados do Índice são fundamentadas pelas diferenças de desempenho em determinadas competências. As economias diferem substancialmente na taxa de retenção e assemelham-se no que se refere às capacidades de crescimento.

 

Artigo anterior

Na mesa com…as algas

Próximo artigo

A roupa que veste dita aquilo que sente?