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Hábitos imobiliários das pessoas mais ricas do mundo revelados em relatório

Londres, Nova Iorque e Tóquio lideram uma lista de preferências de investimento imobiliário das pessoas com mais de 28 milhões de euros. Cuba emerge como novo mercado de luxo e Lisboa está em 30º lugar numa lista de 50.

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A consultora americana ‘Wealth-X’, em colaboração com as imobiliárias de luxo ‘Warburg Realty’ e ‘Barnes International Realty’, lançou a primeira edição do ‘Global Property Handbook’, uma revisão do mercado imobiliário de luxo que explora os hábitos de compra das pessoas mais ricas do mundo.

 

A lista dos principais mercados imobiliários de luxo do mundo é liderada por Londres, Nova Iorque e Tóquio (veja o top 10 na galeria acima), na medida em que apresentaram um património liquido ‘ultra-alto’, designação para aqueles que têm um património líquido de 30 milhões de dólares (cerca de 28 milhões de euros) ou mais. Além disso, Cuba revelou-se como um dos principais mercados emergentes para o desenvolvimento imobiliário.

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«Este relatório é a primeira tentativa de colocar o mercado imobiliário global em perspetiva», diz Frederick Warburg Peters, CEO da Warburg Realty, num comunicado de imprensa. «Usando os recursos de três empresas, mergulhamos profundamente onde vivem, jogam e investem os maiores assalariados do mundo, e exploramos os fatores práticos, emocionais e financeiros envolvidos nas suas decisões de compra». Segundo o Global Property Handbook, 10% dos indivíduos ‘ultra-ricos’ possuem cinco propriedades ou mais. Para ajudar a mapear essas propriedades, o relatório inclui  um índice, ‘Alpha Cities Index’, que classifica a atratividade geral de uma cidade para indivíduos ricos ao considerar a compra de imóveis de luxo.

 

Quanto a Londres, Reino Unido, é um mundo que apela aos ricos, da cultura à segurança financeira, apesar das recentes reformas tributárias. Nova Iorque, EUA, tem uma vasta quantidade de pessoas ‘ultra-ricas’ e as contagens das universidades de classe superior são inegáveis. Além destas cidades principais, o manual global da propriedade identifica os destinos luxuosos emergentes superiores para compradores ricos dos bens imobiliários. Além de Cuba, esta lista de 50 cidades inclui capitais globais como, por exemplo, Lisboa (30º lugar) e Berlim (11º).

 

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O relatório também rastreou a subida de 10% do mercado imobiliário residencial (por preço médio de venda) desde 2010. Este ano, o índice mostra que os preços atingiram o pico em 2015 e caiu durante o primeiro semestre de 2016 Como resultado, apenas as propriedades com uma combinação ótima de benefícios práticos, emocionais e financeiros continuaram a crescer em valor.

 

«Como parte do património líquido total, as propriedades imobiliárias tendem a diminuir à medida que aumenta a sua riqueza pessoal, então alguém com um património líquido de 10 milhões de dólares pode possuir um apartamento de 5 milhões de dólares, mas se tiver um património líquido de 100 milhões de dólares estão menos propensos a possuir um valor de 50 milhões de dólares em imóveis», explicar Clelia Warburg Peters, presidente da Warburg Realty.

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