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Há um ninho de gaivotas no seu prédio? Ajude a contá-las e participe no primeiro censo de gaivotas em Portugal

Até 30 de junho, pode ajudar a contabilizar a população nidificante de gaivota-de-patas-amarelas, Larus michahellis, em Portugal Continental, Açores e Madeira. O que se pretende com esta iniciativa é a identificação e contagem do número de ninhos ocupados, tanto em espaços naturais como em áreas urbanas.

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Está a decorrer, entre 1 de maio e 30 de junho, o primeiro censo de gaivota-de-patas-amarelas, Larus michahellis, em Portugal Continental, Açores e Madeira, para identificar o número de população nidificante em território nacional.

 

O projeto está a cargo da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA), do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), do Instituto das Florestas e Conservação da Natureza (Região Autónoma da Madeira) e da Direção Regional dos Assuntos do Mar (Região Autónoma dos Açores).

 

Para tal, pede-se também à população que participe nesta identificação, bastando para tal preencher um formulário disponível do no site SPEA. Conte e registe a localização de todos os ninhos de gaivota-de-patas-amarelas que estiverem ocupados. Sempre que possível, inclua evidências da reprodução (p.ex. foto de adulto, ninho, crias ou gravação de chamamentos), pede a SPEA.

 

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O trabalho de campo no continente estará a cargo de técnicos e vigilantes da natureza do ICNF, nas áreas protegidas e de voluntários nas restantes áreas. Na Região Autónoma dos Açores, as contagens serão coordenadas por técnicos da DRAM e da SPEA. Na Região Autónoma da Madeira, os trabalhos serão coordenados pelo IFCN e pela SPEA.

 

Deverá ser feita apenas uma visita aos locais identificados como relevantes para a nidificação da espécie, sendo feito um esforço para cobrir a totalidade (ou maior parte) da área a monitorizar. Não sendo obrigatória, poderá ser feita uma segunda visita às áreas monitorizadas, durante as últimas três semanas do mês de junho, onde o foco deverá ser o registo da presença de juvenis não voadores (vistos ou ouvidos).

 

Nos Açores será feita a identificação das colónias, e sempre que possível a quantificação do número de casais reprodutores, através da volta às ilhas de barco em todo o arquipélago. As colónias inacessíveis serão identificadas para posterior contagem/ estimativa a partir de terra (contagem de ninho/ ou imagem aérea com recurso a drone).

 

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