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Há mudanças impossíveis?

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É um cliché, mas também é um facto: o mundo está em constante transformação. No entanto, já tentou refletir sobre o peso das suas ações nas ocorrências da sua vida?

 

Todos queremos que a nossa vida melhore, mas por vezes não é claro perceber se a meta depende de mudanças na nossa forma de agir, ou se uma alteração depende da intervenção direta em algo externo.

 

Ilustrando este princípio, tomemos o seguinte exemplo: Não é necessário mudar de carro para conduzir-se com melhor técnica, mas pode dar-se o caso de o carro estar em tão mau estado que o problema não é do condutor, mas do carro.

 

Já se sentiu desalentada com vontade de desistir de tentar melhorar de vida porque já tentou muitas vezes resolver os mesmos problemas e nada muda? É um sentimento compreensível, mas o raciocínio não é proveitoso!

 

Há um fator marcante para que esta situação ocorra: sente-se sem potencial para promover alterações e coloca-se numa posição de dependência.

 

Por vezes, as pessoas têm uma autoimagem tão fragilizada que se comportam como se não tivessem capacidade para lutar pelo que desejam e ficam à espera que “alguém”, ou o “mundo”, resolva o problema. Essa postura talvez funcione quando se é criança e, de facto, existem adultos encarregues de resolver os nossos problemas. Quando essa fase passa, só resultará numa espera eterna e numa frustração generalizada contra o “mundo-mau”! É legítimo que até possa precisar de ajuda para perceber como resolver algumas situações, mas ter ajuda e delegar a responsabilidade noutra pessoa são questões diferentes!

 

Pode dar-se o caso de a pessoa até ter tomado iniciativas para resolver o problema, intervindo até de várias formas, mas a situação não se resolve. A questão que se põe é: até que ponto essa situação tem de continuar na sua vida? Talvez até possa ser uma situação que não possa eliminar da sua vida, mas talvez possa ser relativizada porque não afeta toda a sua vida. E, ainda assim, talvez possa ser eliminada.
Se tem problemas pendentes, não se esqueça que é livre de tomar as suas decisões e que depende da sua própria iniciativa e da atitude com que enfrenta as situações. A maioria dos problemas só afeta uma parte da sua vida, portanto não viva em função deles. As resoluções não se resolvem de um dia para o outro, e, mesmo que ainda não saiba o que fazer, tem o potencial para aprender! E, acima de tudo, não atribua a ninguém responsabilidade de mudar para que a sua vida melhore; se não estiver bem com alguém, lembre-se que não depende de ninguém em particular para que a sua vida seja feliz!

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