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Gostava de ser inspetor gastronómico? A Michelin está à procura de um

Viaja todo o ano, come em inúmeros restaurantes, alguns dos mais conceituados a nível mundial, e ainda recebe por isso. Parece-lhe bem?

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A empresa Michelin anunciou recentemente que está à procura de um novo inspetor de restaurantes nos EUA. Mas este não é um anúncio de trabalho qualquer, implica viajar três semanas por mês e comer nos melhores restaurantes do país.

 

O anúncio suuscitou a curiosidade da CNN que quis saber mais sobre o que é necessário para se ser inspetor do guia de restaurantes mais famoso do mundo. A cadeira de televisão questionou Rebecca Burr, editora do Guia Michelin Grã-Bretanha e Irlanda e que trabalhou como inspetora durante 12 anos antes de exercer o cargo atual. Em 1998, viu um anúncio de emprego numa revista que pedia inspetores. Burr conseguiu o trabalho e participou num programa de treino (seis meses) onde aprendeu tudo o que precisava.

 

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Na prática, os inspetores reservam a mesa no restaurante anonimamente, pagam as suas próprias contas, escrevem em profundidade relatórios após as refeições, monitorizam as notícias, tiram fotos das refeições e visitam o espaço as vezes que forem necessárias até conceberem uma opinião.

 

O trabalho requer disponibilidade para viajar, uma vez que os inspetores Michelin comem, no mínimo, 275 refeições em restaurantes por ano e viajam três semanas por mês. Os inspetores devem ter grandes habilidades de observação, têm de ser curiosos e estar sempre alerta.

 

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«Eu percebi rapidamente que a Michelin era uma empresa muito séria», disse Burr à CNN. «Nunca imaginei que a quantidade de trabalho fosse tão grande». A maioria dos inspetores tem mais de 10 anos de treino culinário. «O candidato ideal é de preferência um chef, mas também temos alguns gestores, algumas pessoas que se concentraram no vinho», acrescenta.

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