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Frio e época gripal alargada causam mais mortes em 2018 em Portugal

A Direção-Geral da Saúde informa que morreram mais portugueses em 2018 do que em 2017, nos primeiros cincos meses do ano, e tal deve-se em boa parte a uma conjugação de fatores decorrentes do período alargado de frio.

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A Direção-Geral da Saúde (DGS) informa que nos primeiros cinco meses do ano de 2018 se registaram 52.443 óbitos, mais 2.999 do que no período homólogo de 2017, de acordo com os dados do Sistema de Vigilância da Mortalidade. Feitas as contas, registou-se um acréscimo de 5,7%.
 
Cerca de 61% dos óbitos verificados desde o início de 2018 ocorreram no grupo etário com 80 ou mais anos, informa a DGS.

 

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«A conjugação de uma época gripal alargada, com a circulação de outros vírus que causam infeções respiratórias e complicações associadas, bem como o frio que se fez sentir no início deste ano, com maior reflexo junto da população mais idosa, são as principais causas para explicar o número de óbitos», revela na nota informativa.
 
No entanto, a Direção-Geral da Saúde sublinha ainda que a mortalidade prematura em Portugal (aquela que ocorre antes dos 70 anos de idade) atingiu nos últimos anos o valor mais baixo, estando abaixo das metas definidas pela Organização Mundial da Saúde.

 

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