Home»S-Atualidade»Voluntariado: «Foi a Bulgária que me escolheu»

Voluntariado: «Foi a Bulgária que me escolheu»

Certamente já ouviu alguém dizer que gostaria de fazer voluntariado. E são muitos aqueles que dedicam a sua vida a melhorar a vida dos outros, seja através do voluntariado ou não. Aos 20 anos, Neusa decidiu embarcar nessa aventura e partilha connosco um pouco dessa experiência. Saiba mais neste Dia Internacional do Voluntariado.

Pinterest Google+
PUB

A par desta experiência, Neusa contou à Mood que teve a oportunidade de ir a um evento de uma semana – ‘So Keres Europa’ – em Cluj-Napoca, Roménia, em defesa dos povos ciganos.

 

A experiência de voluntariado é sempre vivida de diferente forma por cada um, mesmo entre um grupo de voluntários a trabalhar no mesmo projeto. «Foi uma experiência muito boa para mim porque aprendi sobre o que é ter mais responsabilidades não só comigo, mas com tudo e todos ao meu redor», afirma Neusa.

 

Feito o balanço da experiência, os dois meses em que esteve na Bulgária tiverem mais pontos positivos que negativos. Na verdade, a jovem pretende repetir a experiência num termo longo. «Durante os dois meses, aprendi a colocar a timidez de lado e a ser uma pessoa mais aberta ao mundo. Fiz amizades novas, vivi as adrenalinas das viagens de boleia, experimentei comidas que nunca tinha provado antes, fiquei a conhecer melhor a cultura e o pouco que consegui da língua».

 

VEJA TAMBÉM: COMO CHEGAR AOS 100 ANOS… SEGUNDO TESTEMUNHOS REAIS

 

Esta é também uma das vantagens dos programas do SVE. O voluntário tem aulas da língua do país em que se encontra a fazer voluntariado. Por norma, as aulas são dadas em inglês como foi o caso de Neusa. Aprendeu o possível de búlgaro através do inglês. Quanto aos pontos negativos da experiência, Neusa confessou-nos um: o verão búlgaro é «um verdadeiro inferno».

 

«Durante o voluntariado tive a oportunidade de viajar nos fins de semana e explorar um pouco da Bulgária. O melhor ainda disto tudo foi conhecer pessoas de vários países, conversar e divertir-me com eles, aprender que apesar de sermos de vários pontos do mundo não somos assim tão diferentes, muito pelo contrário», conclui.

Artigo anterior

Quer um vestido da Carolina Patrocínio ou uma gravata do Manuel Luis Goucha? Vá ao Amoreiras no sábado

Próximo artigo

Pense positivo! Veja como