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Figuras públicas juntam-se na promoção de um mundo sem tabaco

Fátima Lopes, Vanessa Oliveira, Jorge Corrula, Fernando Daniel, Ana Galvão, Carla Rocha e Joana Marques são algumas das caras da campanha “A Arte de Não Fumar”, da Sociedade Portuguesa de Pneumologia. A 31 de maio, assinala-se o Dia Mundial sem Tabaco.

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Um mundo sem tabaco – é com este objetivo que várias figuras públicas de áreas como a televisão, música, representação e jornalismo se uniram na nova campanha da Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) lançada no âmbito do Dia Mundial sem Tabaco, assinalado a 31 de maio.

 

Fátima Lopes, Vanessa Oliveira, Jorge Corrula, Fernando Daniel, Ana Galvão, Carla Rocha, Joana Marques, Rita Costa, Eduardo Rego, Hugo Madeira e Diana Wong Ramos dão o rosto por esta causa para desmistificar a crença de que fumar aumenta a criatividade ou que estimula a imaginação e a inspiração. Veja o vídeo abaixo.

 

 

«A arte é vida, liberdade e partilha, não é doença, dependência ou limitação. Neste Dia Mundial sem Tabaco incentivamos os portugueses a praticar a arte de não fumar», referem Paula Rosa e Cláudia Matos, da Sociedade Portuguesa de Pneumologia.

 

As médicas pneumologistas mostram-se preocupadas pelo atual cenário do consumo de tabaco em Portugal uma vez que «os dados do Inquérito Nacional de Saúde de 2014 mostram que 20% dos portugueses com idade superior a 15 anos fuma, ou seja, 1 em cada 5 pessoas. Os fumadores representam 28,3% dos homens e 16,4% das mulheres no nosso país, sendo este um hábito mais comum no grupo etário entre os 25 e os 34 anos».

 

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As novas formas de tabaco e o impacto que têm tido nas populações mais jovens é também uma preocupação da Sociedade Portuguesa de Pneumologia. «Estas novas formas contêm nicotina, que é altamente viciante e que pode prejudicar o desenvolvimento cerebral dos jovens que a consomem.  No que diz respeito aos cigarros eletrónicos, estes despertam grande curiosidade nos jovens pelo design moderno e atraente tecnologia, assim como pela diversidade de aromas. Esta questão tem preocupado diversos países pois, para além do consumo de nicotina, estudos demonstraram que os jovens que experimentam cigarros eletrónicos têm maior propensão a consumir cigarros convencionais», explica m as especialistas.

 

De acordo com dados do estudo ECATD-CAD/ESPAD–Portugal (2015), 12,8% dos adolescentes e jovens consumiram cigarros eletrónicos, mas prevê-se que este número vá aumentar. No que diz respeito ao tabaco sem combustão, ainda não existem suficientes dados em Portugal sobre o consumo nos jovens, no entanto, tal como acontece com os cigarros eletrónicos, não podemos descartar a possibilidade de poderem ser a porta-de-entrada da adição à nicotina.

 

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