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Fazer pizza em casa? Eis o que precisa de saber

De massa alta ou fina, crocante ou macia, com ou sem rebordo e com os mais diversos ingredientes. Existem mil e uma receitas de pizza, umas mais clássicas, outras mais arrojadas e para todos os gostos, mas, na hora de meter a mão na massa, será que acerta? Que detalhes deve ter em conta e que passos não pode falhar? O chef italiano Igor Penna partilha cinco dicas para fazer uma pizza perfeita.

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Seja para surpreender a família ou conquistar os amigos, o chef pizzaiolo Igor Penna, do restaurante Veramente – Pizza & Vino, em Lisboa, deixa cinco dicas para fazer a pizza perfeita em casa. Veja de seguida.

 

Usar farinhas pouco refinadas

A pizza não tem de ser um prato pesado, nem para o estômago nem para a balança. Usar farinhas pouco refinadas, como uma farinha integral, rica em fibras, além de ser uma opção mais saudável, ajuda no processo de digestão da refeição. Para uma massa perfeita, pode optar-se, por exemplo, por utilizar 70% de farinha integral e 30% de uma farinha tipo 00.

 

VEJA TAMBÉM: AFINAL, A PIZZA É SAUDÁVEL OU NÃO?

 

Deixar a massa descansar

As massas de fermentação longa são mais leves, mais fofas, não deixam a sensação de “pastilha elástica” na boca e permitem também uma digestão mais rápida. Por isso, após amassar a base da pizza, deve deixar-se a massa fermentar uma hora à temperatura ambiente.

 

Depois, a massa passa para o frigorífico, tapada com um pano húmido, durante pelo menos 24 horas – um tempo de espera que vai acabar por compensar na hora de servir.

 

Escolher produtos de qualidade

Devem usar-se poucos, mas bons produtos. A qualidade dos ingredientes vai ditar a qualidade e riqueza de sabor da pizza e, consequentemente, o sucesso (ou não) de toda a experiência.

 

Um dos elementos essenciais é o queijo: vale a pena investir numa boa mozzarella fior di latte, cremosa e saborosa, em vez da mozzarella amarela commumente utilizada, habitualmente seca e menos rica.

Equilibrar sabores

Equilíbrio é a palavra-chave para qualquer prato e com a pizza não é exceção. O número de ingredientes a utilizar e a quantidade de cada um vai fazer a diferença a cada dentada.  Basta utilizar dois ou três ingredientes saborosos, além do tomate e do queijo, e deve dispor-se uma pequena quantidade de cada um, para que nenhum se sobreponha.

 

Para uma pizza de tamanho comum individual, deve usar cerca de 40g de cada um desses produtos.

 

Cozinhar em dois tempos

Para não secar os ingredientes, a pizza deve ser cozinhada em duas fases: num primeiro momento, a base deve ser cozinhada apenas com um fio de azeite, num tabuleiro, num forno a 240/250 graus com ventilação, durante 4 minutos.

 

Só depois deve ser disposto o molho de tomate e os restantes ingredientes, voltando a pizza para o forno, agora durante 3 minutos e no modo grill. É importante tirar a ventilação para que, por exemplo, o molho de tomate não evapore, resultando numa pizza ressequida.

 

“Seguindo estes cinco passos, terá uma refeição saborosa, mesmo ‘à chef’”, garante o pizzaiolo Igor Penna, de origem italiana. Na sua pizzaria, privilegia as pizzas de estilo napolitano, finas, mas com rebordo alto e leve, cuja massa fermenta entre 36 a 48 horas.

 

 

 

 

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