Home»ATUALIDADE»NOTÍCIAS»Fantasias sexuais femininas evoluem com a idade

Fantasias sexuais femininas evoluem com a idade

Estudo revela que as fantasias se tonam mais elaboradas e sofisticadas quanto mais experiência e idade têm as mulheres.

Pinterest Google+
PUB

Há a destacar o facto de não ser tanto na temática das fantasias sexuais que se notam as diferenças entre uma mulher de 25 e outra de 55 anos, mas mais como a mulher desenvolve este tema. Por outro lado, há a sublinhar uma ideia evidenciada por este estudo: uma jovem de 25 anos pode pensar numa fantasia, mas, no fundo, o que lhe ocorre é um desejo.

 

O erotismo de uma jovem de 25 anos apenas vem de modelos externos, do que é transmitido à sua volta, desde o exterior, enquanto que uma mulher de 55 anos não se deixa influenciar tanto pelo “erotismo inculcado”, esta parte de dentro dela própria e não das modas, de que são exemplo as revistas que ensinam a ter um tipo de corpo e o qualificam de “erótico”. Este erotismo “comercializado” influencia com mais facilidade uma jovem de 25 anos. Conclui-se assim que o erotismo não se ensina, é algo que parte da própria pessoa e o que erotiza determinadas mulheres pode não erotizar outras.

 

Imaginário erótico influencia sexualidade

Para ter uma boa vida sexual há que a trabalhar, conservar e alimentar e a melhor ferramenta reside nas fantasias sexuais, revela o comunicado divulgado. Tal como explica Valérie Tasso, «da mesma forma que trabalhamos o nosso corpo, através de exercícios físicos, ao ar livre ou em ginásio, ou a nossa memória, com palavras cruzadas e sudokus, para ter uma sexualidade em plena forma, há que ter um imaginário erótico muito rico. Para isso, temos que trabalhar esse imaginário de forma permanente. Se não o fizermos, caímos em letargia. E as fantasias sexuais são o “fertilizante” necessário para uma sexualidade prazerosa».

 

Veja a galeria: Apimente rapidamente a sua relação

 

Ainda segundo a sexóloga: «Todas as mulheres têm fantasias sexuais. Outra coisa é confessarem-nas. Porque o que geralmente carateriza uma fantasia é justamente o seu lado transgressor, ou seja, amoral».

 

Por este motivo, na maioria dos casos, o que as mulheres confessam são desejos, aqueles estímulos que podem chegar a converter-se numa conduta, já que ainda acreditam que aquilo que são capazes de imaginar é o que realmente desejam. Isto leva-as a viver a fantasia como uma depravação do seu comportamento. “É falso, evidentemente. Os sexólogos sabem muito bem. Mas as mulheres, perseguidas desde sempre, ainda confundem ambos os conceitos: desejo e fantasia”, conclui Valérie Tasso.

 

 

Artigo anterior

Acne: tire todas as dúvidas

Próximo artigo

O Papa vai ter conta no Instagram