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Falta de tempo é a principal desculpa dos portugueses para não fazerem exercício físico

O verão está a chegar, mas isso não parece ser uma motivação importante para os 68% dos portugueses que não praticam qualquer atividade física, arranjando desculpas, segundo o Observador Cetelem Exercício e Alimentação Saudável.

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De acordo com o Observador Cetelem Exercício e Alimentação Saudável, mais de metade dos portugueses (57%) diz que não pratica exercício físico por falta de tempo. Segue-se a segunda desculpa maios citada – falta de vontade – assumida por 38% das pessoas inquiridas. Já 33% diz mesmo que não gosta de praticar qualquer atividade física.

 

Embora fora do pódio, o facto de não ver resultados práticos (12%), não ter companhia (8%) ou os filhos (6%), estão também entre o leque de razões que contribuem para a inatividade. Segundo este relatório, 68% dos portugueses não praticam qualquer atividade física.

 

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Porém, a Cetelem quis também perceber as razões que levam 32% de pessoas a terem uma vida mais ativa, e o principal destaque vai para a vontade de manter a forma física. O cuidado com a aparência e a vontade de esconder os resultados dos abusos alimentares do inverno parecem justificar o facto de a grande maioria afirmar praticar exercício físico com o objetivo de manter a forma física (76%). Em segundo lugar, aparece a atenção à saúde (37%) e, por último, a ajuda no combate ao stress (36%).

 

Num outro grupo de argumentos estão os motivos de natureza social, em que a prática de exercício físico é feita por diversão (23%), ou para estar integra­do num grupo, ao mesmo tempo que se reforçam relações sociais (12%).

 

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O Observador Exercício e Alimentação Saudável 2018 tem por base uma amostra representativa de 600 indivíduos residentes em Portugal Continental, de ambos os géneros e com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos. Estes foram entrevistados telefonicamente, com informação recolhida por intermédio de um questionário estruturado de perguntas fechadas. O trabalho de campo foi realizado pela empresa de estudos de mercado Nielsen e um erro máximo de +4,0 para um intervalo de confiança de 95%.

 

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