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EXPOFISH promove pescado português em todo o mundo

A 16 de novembro, por ocasião do Dia Nacional do Mar, tem início a EXPOFISH, o maior espaço virtual de promoção do pescado português e das atividades ligadas ao mar.

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A EXPO FISH PORTUGAL arranca hoje, 16 de novembro, para dinamizar a internacionalização do pescado português, e conta com uma adesão em massa de mercados internacionais dos quatro cantos do mundo.

 

Mais de 300 visitantes de 32 países marcam presença na feira, e já estão pedidas mais de 150 reuniões virtuais com vista a novos negócios. A feira realiza-se a 16 e 17 de novembro, em formato online, com conferências sobre o setor em formato híbrido, e é dirigida aos profissionais nacionais e estrangeiros.

 

Este formato surge apoiado na evolução digital e virtual, para dar resposta à nova realidade contactless, e pretende ser a maior plataforma de promoção do pescado português.

 

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A feira é composta por um espaço expositivo virtual, tem 80 expositores das principais empresas e entidades nacionais, uma plataforma para reuniões dinâmicas, e uma conferência de dois dias em formato híbrido, que decorre na Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar de Peniche com a abertura de Ricardo Serrão Santos, Ministro do Mar.

 

Organizada pela Docapesca e com o patrocínio institucional do Ministério do Mar, pretende-se centralizar a oferta de pescado nacional num evento virtual, que agrega comércio, investigação e inovação, e potenciar a dinâmica do setor, onde as empresas vão poder relacionar-se com uma dinâmica maior, mais ágil e mais integradora, com os mercados internacionais interessados.

 

O valor do pescado

A pesca, aquacultura e transformação do pescado que têm um Valor Acrescentado Bruto (VAB) de cerca de 1.7 mil milhões de euros e empregam mais de 60.000 pessoas, esperam manter em 2022 a tendência de crescimento da última década (face a 2010, o VAB cresceu 41%), informa a Docapesca e comunicado.

 

carapau

De sublinhar que, apesar da resiliência demonstrada pelo setor do pescado, Portugal exportou em 2020 menos 15,5% (917,6 M€) do que em 2019, consequência da pandemia de Covid-19, com o mercado europeu a ter um maior peso neste resultado (16,9%) do que o resto do mundo (10,4%).

 

A única exceção são as conservas portuguesas que aumentaram as exportações em 13,8%, e foram o principal grupo de produtos exportados por Portugal em 2020, segundo o INE.

 

No 1º semestre de 2021, registou-se um crescimento no valor das exportações de 13% face ao período homólogo de 2020. No caso do pescado fresco transacionado em lota, o aumento do valor foi de 20% face a 2020 e de 8% face a 2019, superando assim os valores pré-pandemia.

 

 

 

 

 

 

 

 

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