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Estudo salienta os benefícios de viver em contacto com a natureza

As experiências da natureza em espaços verdes urbanos podem ter um impacto considerável sobre a saúde da população. E a ciência comprova-o.

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Um estudo conduzido pela Universidade de Queensland, Austrália, e o Centro ARC de Excelência para Decisões Ambientes (CEED) sugere que ao visitar-se um parque, pelo menos, meia hora todas as semanas fica-se menos propenso a ter pressão arterial elevada ou depressão.

 

Segundo o estudo, se todos visitassem parques locais durante meia hora, semanalmente, haveria menos 7% dos casos de depressão e 9% menos casos de pressão arterial elevada. Para além das vantagens óbvias para o bem-estar do individuo, esta seria uma forma de poupar os orçamentos de saúde pública, assim como alterar a visão da população quanto aos parques urbanos.

 

Este estudo prova a necessidade de apoio e incentivo de atividades comunitárias em espaços naturais. Por norma, são as crianças que beneficiam destas vantagens para a saúde por passarem tanto tempo ao ar livre, coisa que os adultos fazem pouco.

 

A pesquisa salienta ainda que as visitas aos parques acabam por incentivar também ao exercício físico. As suas próprias sombras naturais acabam por ser exceletnes reguladores de temperatura e uma mais valia nessa atividade.

 

A análise não estudou a densidade de vegetação necessária, mas refere outros estudos onde espaços com riqueza na fauna e na flora têm um impacto muito positivo na sensação de restabelecimento e plenitude das pessoas. O estudo recolheu dados de 1538 residentes de Brisbane, Austrália, com idades compreendidas entre os 18 e os 70 anos.

 

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