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Estudo: Falta de férias associada a sintomas de depressão

Quando pensamos em férias só vemos a parte do lazer e da diversão, mas a verdade é que ir de férias faz bem à saúde, segundo uma pesquisa realizada nos EUA. Aliás, tirar umas férias pode ser tão importante para o seu bem-estar como fazer exercício ou seguir uma alimentação saudável.

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Chama-se transtorno do deficit de férias e é uma condição que está associada à falta de férias, segundo uma pesquisa feita pelo Instituto Ipsos para a seguradora Allianz Global Assistance, e que se caracteriza por alguns sinais de depressão moderada.

 

Este deficit acontece porque ir de férias é muito mais do que a simples parte do lazer. Ir de férias é de tal forma importante para o seu bem-estar como fazer exercício ou fazer uma alimentação saudável, sendo necessárias para a manutenção da saúde. As pessoas que não vão de férias têm tendência a apresentar sinais de depressão moderada, além de que quem sofre desta condição tem até duas vezes uma maior possibilidade de sofrer de depressão.

 

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Mas o que é o transtorno do deficit de férias?  Primeiro, considera-se férias quando se faz uma viagem para mais de 160 km de distância do local de residencia. Quanto ao transtorno, este relaciona a falta de férias e a depressão e vice-versa. Este transtorno foi identificado pelos especialistas internacionais em várias pesquisas.

 

Durante esta pesquisa, com 1009 adultos, tentou-se entender a ligação entre a falta de férias e os vários níveis de depressão. Nos participantes neste estudo, 30.4% que apresentaram um deficit de férias tinham sintomas moderados de depressão, enquanto 12% tinham sintomas de uma depressão já moderadamente severa. Quando falamos da população em geral, aqueles identificados como portadores de sinais de depressão moderadamente severa ou grave são significativamente menos propensos a terem tirado férias nos últimos dois anos.

 

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58% dos americanos dizem ser importante passar férias todos os anos, porém 21% consideram importante tirar férias, mas não sabem se o vão conseguir fazer nos próximos meses. «Embora esta pesquisa mostre uma relação entre a falta de férias e os sinais de depressão, é necessário um trabalho mais aprofundado para pudermos entender os efeitos a longo prazo de não tirar férias», conta Daniel Durazo, diretor de comunicações da Allianz Global Assistance USA.

 

Estes resultados foram apresentados no décimo índice anual de Confiança de Férias da Allianz Global Assistance. Este índice também dá a oportunidade de ver a mudança dos hábitos de férias dos americanos nos últimos anos.

 

 

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