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Estudo confirma que com a idade vem a sabedoria

Um estudo norte-americano vem confirmar o que no senso comum já se sabia. As pessoas mais experientes têm em conta mais variáveis, por vezes imperceptíveis, para avaliar um acontecimento.

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Com a idade vem a sabedoria, pelo menos quando se trata de saber que as coisas nem sempre são como parecem, de acordo com um estudo americano conduzido por Frank Durgin e publicado na revista ‘I-Perception’.

 

Segundo o estudo, os adultos mais velhos são melhores a interpretar a inclinação correta de uma colina do que os jovens adultos, devido à maior experiência de vida.

 

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A equipa responsável pela investigação inquiriu cerca de 50 estudantes universitários e 50 adultos da comunidade envolvente, que vão desde os 18 aos 72 anos, para medir corretamente a inclinação de uma colina que vai desde Sharples Dining Hall, um restaurante americano, até Parrish Hall, um salão paroquial. Os participantes mais novos não mostraram ter qualquer conhecimento enquanto os mais velhos foram capazes de dar estimativas mais precisas.
A inclinação desta colina é, na verdade, bastante íngreme. No entanto, muitas vezes aquilo que se julga ter cerca de 20 graus não tem mais do que 5 graus. «Entender como a inclinação da colina pode ser distorcida pode-nos dizer algo mais sobre o modo como a perceção funciona», justifica o psicólogo Frank Durgin num comunicado à imprensa.

 

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Os dados da amostra global deu uma imagem clara dos efeitos principais. «Primeiro houve um efeito de conhecimento experimental. As pessoas que relataram ter algum conhecimento experiencial sobre inclinações deram estimativas mais baixas, mais precisas do que aqueles que relataram nenhum conhecimento», explica Durgin.
«Não é possível medir a perceção direta porque a perceção é subjetiva, mas há muitas razões para acreditar que as pessoas partilham uma experiência percetual comum, tal como a impressão de que uma colina é muito mais acentuada do que realmente é», conclui o psicólogo e líder do estudo.

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