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Especialista revela guia para enfrentar o ódio que se vive hoje em dia

Nos tempos inseguros que se vivem por todo o globo, seja nas ruas, seja em confrontos virtuais nas redes sociais, uma especialista em direitos humanos revela um guia simples para enfrentar o ódio que surge na sociedade moderna ‘por tudo e por nada’. Pois construir uma sociedade mais justa está nas mãos de todos.

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Todos os dias, os noticiários relatam acontecimentos trágicos decorrentes de ódio exacerbado de pessoas por motivos diversos como raça, religião, política, orientação sexual, etc.. Todos os dias, as redes sociais são palco dos mais vergonhosos insultos de desconhecidos a outros ou a figuras mediáticas. De forma gratuita, sem medo e sem punição.

 

Esta realidade está identificada e começa a ser estudada em disciplinas dos estudos sociais. Neste sentido, Tina Kempin Reuter, diretora do Instituto dos Direitos Humanos da Universidade do Alabama, EUA, dá algumas orientações para saber enfrentar o ódio. Pois construir uma sociedade mais justa está nas mãos de todos.

 

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Tudo começa por conhecer os seus direitos enquanto ser humano, algo que parece fora de moda nos dias que correm. A Declaração Universal dos Direitos do Homem, estabelecida pela Organização das Nações Unidas em 1948, no rescaldo da Segunda Guerra Mundial, é composta por 30 artigos, e foi assinada por 500 nações. Baseia-se na universalidade, inalienabilidade e indivisibilidade dos direitos humanos e também nos valores fundamentais da igualdade, da não discriminação e da dignidade humana.

 

«Conhecer os direitos humanos é um passo importante que muitas vezes é esquecido. Aprender o conteúdo e a extensão dos direitos humanos básicos proporcionará às pessoas as ferramentas e a linguagem necessárias para abordar certos problemas. A discriminação, a supressão, o racismo, a marginalização e a violência contra indivíduos ou grupos são violações dos direitos humanos que devem ser confrontadas», explica a especialista.

 

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Reuter incentiva também todos a denunciarem violações dos direitos humanos às autoridades competentes, sejam públicas ou da esfera privada, como empresas, caso as violações ocorram no âmbito profissional, por exemplo.

 

Posto isto, com a informação na mão, veja as sete dicas para não deixar o ódio prosseguir quando ele passar por si. Veja quais são na galeria acima.

 

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