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Esparguete de algas, a nova tendência de comida saudável

Para além do baixo índice calórico, é ainda rico em nutrientes e minimamente processado, o que satisfaz todos os requisitos de quem procura uma alimentação saudável e sustentável. E a sua semelhança física e de textura com o espaguete fazem o resto.

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Com a procura de alternativas saudáveis em amplo crescimento, surge agora uma nova tendência que visa suprimir os desejos por massa, mas com baixo índice calórico. Falamos do esparguete de algas.

 

Segundo a consultora Mintel, em 2016, cerca de 15% dos novos produtos de massa introduzidos foram à base de vegetais. E 3% à base de farinhas sem cereais, como a quinoa, por exemplo. Produtos sem glúten, como arroz integral e trigo mourisco (sarraceno), também registaram um crescimento estável.

 

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Os legumes e as farinhas sem cereais foram os principais substitutos do trigo usados pelas marcas de massas, que pretendem assim atrair os consumidores que procuram alternativas mais saudáveis às massas tradicionais.

 

O buzz à volta do espaguete de algas cresceu na Europa durante o ano passado, devido à sua semelhança física e de textura com o espaguete, com algumas marcas a introduzi-lo no mercado. Estas marcas promovem todos os benefícios para a saúde das algas marinhas, bem como a sustentabilidade e proveniência destes produtos que são colhidas localmente no meio selvagem. O ‘espaguete de mar’ também é minimamente processado, uma vez que é simplesmente colhido à mão, lavado, seco e embalado.

 

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O esparguete de algas tem potencial para um grande crescimento, revela a Mintel, uma vez que satisfaz consumidores que procuram uma alimentação saudável, sem glúten, baixa em calorias, paleo, biológica, rica em fibras e vegan.

 

A alga também é cada vez mais vista como uma fonte potencial de compostos bioativos com imensa importância farmacêutica, biomédica e nutracêutica. É uma excelente fonte de diferentes minerais, vitaminas – como B12, C, riboflavina, niacina e ácido fólico – e é pobre em calorias.

 

A mesma consultora refere que a crescente popularidade desta ‘massa’ está a ter um impacto negativo junto dos produtores tradicionais de massa em muitos mercados a nível global.

 

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