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Encontrar o amor numa agência: quando se paga para conhecer a alma gémea

Seja por solidão, falta de tempo para conhecer novas pessoas ou por timidez que necessita de um empurrãozinho, são vários os motivos que levam homens e mulheres a recorrerem a agências matrimoniais para conhecerem outras pessoas. No mês dos casamentos, falámos com duas mulheres que preferem este método para encontrar a sua alma gémea e com uma agência que explica como tudo funciona.

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Como se juntam almas gémeas?

Voltando ao caso de Ana Gonçalves. O facto de este não ter sido um amor para a vida não desanimou esta designer, e as suas expetativas continuam muito altas: «Já tive provas de que este é um trabalho feito com a maior dedicação, portanto, não tenho dúvidas de que vou encontrar a minha alma gémea».

 

Isto porque, para se juntarem dois perfis potencialmente compatíveis, são tidos em conta todas as características de âmbito físico, psicológico e social. Objetivos de vida, interesses em comum, hobbies, etc. «Analisamos o perfil completo do cliente bem como o perfil do seu par ideal, ou seja, da pessoa que o cliente procura. De acordo com os resultados do nosso trabalho de união de casais, temos verificado que a união de duas pessoas compatíveis e com objetivos de vida comuns se tem mostrado duradoura e feliz. O acompanhamento do processo por um psicólogo desde o início e até durante o relacionamento do casal permite confirmá-lo e apoiar os clientes nas dificuldades normais que possam surgir num relacionamento», conta a responsável por esta agência.

 

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Maria Manuela, 60 anos, é uma bancária reformada residente no Porto. Também ela continua confiante de que vai encontrar um parceiro a compatível consigo, que a entenda, a ame, e acima de tudo que a respeite.

 

E como tem sido a experiência?  «Já tive dois encontros. No primeiro, apesar de realmente o senhor corresponder ao perfil psicológico e social que defini, apercebi-me que não iria dar em nada quando ainda estava na sala de espera, só de ouvir a voz dele. Não senti, de todo, química. Porque realmente, por mais compatíveis que sejamos, por mais que eu olhe para a fotografia do senhor e tenha vontade de o conhecer, por mais que ele olhe para a minha e também queira, isso da química, de que tanto se fala, é de fato impossível de prever. Mas ainda bebemos café nesse dia, foi muito agradável, e atualmente falamos com uma certa regularidade por sms e nas redes sociais. Acho que posso dizer que ficámos com uma boa amizade», conta Maria Manuela à MOOD.

 

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E prossegue: «O segundo encontro correu muito bem e superou mesmo as minhas expetativas. O senhor era muito mais atraente ao vivo, tinha uma conversa muito interessante e à medida que nos fomos conhecendo apaixonei-me completamente por ele e ele por mim. Iniciámos um relacionamento e ainda estivemos juntos quase 9 meses. Mas ele é um empresário e a intensa atividade profissional obriga-o a muitas viagens pelo país, muitas deslocações e ausências, e como isso para mim foi complicado de aceitar, decidi terminar a relação».

 

As relações são assim mesmo, mas no caso desta agência matrimonial, a taxa de sucesso, segundo a mesma, situa-se acima dos 85%. «Estes dados são medidos assim que o cliente inicia um relacionamento com uma pessoa que conheceu na Amore Nostrum, bem como na continuidade do acompanhamento realizado pelos nossos psicólogos ao processo, no pós-apresentação», conta Liliana Paiva.

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