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E quando ‘não saber receber’ influencia o sexo

Prepare-se para receber....

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Hoje, ao falarmos da dica número 4, temos obrigatoriamente de falar da noção de merecimento. Para receber seja o que for, temos de nos considerar merecedores. Mesmo quando recebemos coisas menos boas só teremos a capacidade de aceitar se nos considerarmos dignos do que nos dão.

 

Se a autoestima e o amor próprio estiverem pelas ruas da amargura, é muito provável que quando algo de bom chega a tendência seja desconfiar. E já diz o ditado “Quando a esmola é grande, o pobre desconfia!”.

 

Quantas vezes recebemos um presente e dizemos “Não era preciso! Não precisavas de te estar a incomodar”. Há até pessoas que não querem receber e respondem: “Fica tu com isso pois vais fazer-te mais falta a ti do que a mim!” Este é um dos cúmulos, mas sabemos que acontece.

 

Se, por outro lado olharmos, para presentes negativos, como insultos ou situações dolorosas, percebemos que os recebemos e no limite questionamos: “Que mal fiz eu a Deus para receber isto?”. Nem questionamos se o que estamos a receber é justo ou não e passamos a focar a nossa atenção na descoberta do que teríamos feito para ter aquela consequência. Algumas pessoas até dizem “Devo ter sido muito mau noutra vida para merecer isto agora!” Recebemos o que chega e apenas nos questionamos sobre qual terá sido o nosso “pecado”.

 

Noutras situações, há pessoas que até chegam a pensar “Ainda bem que aconteceu comigo pois se fosse com fulano talvez ele não aguentasse! Mas eu aguento.”  A nossa capacidade de suportar o negativo é quase ilimitada. Já diz o ditado “Deus dá a carga conforme a capacidade de quem a carrega”, ou seja, se aguentamos muito sofrimento continuamos a receber mais ainda.

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