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E foi assim que eles se casaram nos céus alentejanos…

No dia 7 de novembro, pelas 15h30, Marta e Edi subiram a bordo de um balão de ar quente para trocar juras de amor eterno a céu aberto. É o amor a acontecer no Festival Internacional de Balões de Ar Quente.

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Marta e Edi casaram-se no passado dia 7 de setembro, a bordo de um balão de ar quente, em Fronteira, Portalegre, onde se realiza a 21ª edição do Festival Internacional de Balões de Ar Quente, até 12 de novembro.

 

A cerimónia teve início em Fronteira, Portalegre, pouco antes de começar a subida de balão, realizando-se a troca de votos e de alianças em pleno céu alentejano. A cerimónia do casamento foi patrocinada por vários fornecedores que se uniram para concretizar este desejo do casal.

 

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Após 9 anos de união feliz e com desejo de oficializarem a relação, aceitaram o desafio de Cátia Silva, mentora da empresa Bad Bad Maria, que planeava a organização de um casamento diferente para quem desejasse voar mais alto, um casamento que mostrasse aos noivos o que pode ser um casamento alternativo, para inspirar aqueles que gostariam de o fazer, mas não sabem que é possível. Os noivos hesitaram, mas por pouco tempo. E aceitaram o desafio.

 

O casamento oficial estava longe. «Sempre o desejámos, mas sentimos a realidade muito distante, por esta ou aquela circunstância. Agora vamos voar juntos nesta aventura original e única, porque assim consideramos o nosso amor», revela o casal.

 

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E como surgiu este amor? Conheceram-se quanto tinham 18 anos, numa noite quente de verão em 2005, ao som de hits de discoteca. Num ambiente de dança, descontraído, trocaram olhares e sorrisos. «Foi mágico e único! Soubemos que iríamos pertencer um ao outro para sempre. Pode parecer cliché, mas o amor é mesmo assim», relata Marta. A partir daí começaram a pensar num futuro a dois, já lá vão 12 anos.

 

Seguiram o caminho entre loucuras, gargalhadas e choros. Ela adora filmes de terror, ele tolera-os. Ele diz piadas «com pouca graça», confessa Marta, mas das quais ri. «Tudo era bonito, como se de um conto de fadas se tratasse», e esse conto de fadas prolongou-se até hoje. Nestes últimos anos, Marta e Edi basearam a sua relação em «muito amor, muita amizade, muitas peripécias, cumplicidade, dedicação, altos e baixos, momentos de rotura», garantem, mas sempre presentes na vida um do outro. De tal forma que a sua família passou de duas pessoas para quatro: um de quatro patas e «um doce pestinha de dois anos e meio, o Rafael, fruto deste nosso amor incondicional». Continuando a vida a dois, os seus projetos incluem fazer crescer a família e ter sempre uma casa cheia de energia e alegria.

 

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