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Do que está a espera?

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“Ainda não estou totalmente preparado/a”, “não me sinto realizado/a com o que faço”, “sinto-me exposto/a ao ter que falar em público”, “sinto-me sem rumo, preciso de me encontrar”, “gostaria de ter mais segurança ao vender os meus produtos”… Alguma destas situações lhe soa familiar?

 

Quantas vezes já pensou nas oportunidades que deixou passar na sua vida tanto a nível pessoal como profissional por ter pensado que se calhar essa não era a melhor altura para avançar ou então porque não se sentia totalmente preparado/a?

 

É de conhecimento geral que o “sucesso” tem um significado diferente para cada pessoa. No entanto, muitas vezes nos esquecemos de que ele não acontece por acaso e que cabe a cada indivíduo a responsabilidade de traçar a sua própria estratégia para o atingir. A origem da palavra estratégia advém do grego antigo “stratègós” que junta as palavras stratos (exército) e “agos” (liderança ou comando).

 

Trata-se então de assumirmos o “comando” ou a “liderança” quanto aos resultados que temos na nossa vida e de deixar de protelar essa decisão. Assumir de uma vez a responsabilidade pela qualidade dos relacionamentos que temos, dos resultados das nossas ações, das nossas atitudes e da nossa forma de pensar.

 

Implica criar uma marca pessoal que o ajude a atingir os objetivos que o levem a sua realização pessoal e profissional, ou seja, ao “seu” sucesso!

 

Eu própria já me “reinventei” várias vezes, desde a mudança de rumo profissional nos primeiros anos da minha carreira até ter vivido em países diferentes com tudo o que isso implica (começar do zero, procurar trabalho noutra língua, noutra cultura, adaptação a novos costumes, criar amigos …).

 

Reinventar a nossa marca pessoal não significa modificar quem nós somos, mas sim manter a nossa mente aberta para sair da nossa zona de conforto perante os novos desafios.

 

Pode implicar aprender algumas competências novas ou talvez algo mais profundo como repensar o nosso rumo profissional e/ou a forma em que estamos habituados a trabalhar.

 

Acredito que os momentos onde se experimenta a frustração, o medo ou a insatisfação são aqueles que mais ajudam a fortalecer a marca pessoal. Não se esqueça de que cada uma dessas oportunidades constitui uma alavanca para revelar todo o seu potencial.Uma vez ouvi dizer num seminário que um bom marketing podia vender um produto fraco mas que um bom produto sem marketing não iria sair nunca da prateleira. Imagine o que seria então se conseguisse ter ambos! Um bom produto e um bom marketing!

 

Trata-se então de um processo que aborde as técnicas e ferramentas que o ajudem a trabalhar paralelamente, o melhoramento do produto (você) e o seu marketing (forma de comunicar) sob uma perspetiva de “melhoria contínua”, porque trabalhar a nossa marca pessoal é um processo dinâmico que requer investimento constante.

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