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Dinheiro é sinónimo de felicidade?

O valor da sua conta bancária pode afetar o seu bem-estar. Um novo estudo veio mostrar que é mais importante a riqueza líquida disponível do que o valor do ordenado no final do mês.

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Ter um salário maior pode não ser a chave para a felicidade. De acordo com um estudo publicado na revista ‘Emoticon’, uma vida satisfatória está intimamente ligada com os valores da sua conta bancária.

 

No estudo, os investigadores analisaram os dados de 585 clientes de um banco no Reino Unido. A investigação observou as finanças e o quão satisfeitos estavam com as suas vidas, juntamente com o saldos das suas contas correntes e de poupança.

 

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A quantidade de dinheiro acessível aos participantes permitiu prever o nível de satisfação relativamente às suas vidas. Na verdade, a riqueza líquida parecia ser ainda mais importante do que o ordenado ou o status da dívida na previsão de felicidade de uma pessoa. «Não importava quanto dinheiro os clientes tinham ganho, não importava o valor da dívida que tinham para pagar, terem dinheiro facilmente acessível foi associado a uma maior felicidade», disse Peter Ruberton, autor do estudo e doutorado em psicologia da personalidade social, à ‘Times’.

 

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Quando os investigadores analisaram como a satisfação com a vida mudou com a quantidade de dinheiro nas contas, constataram que a ligação foi diminuindo gradualmente após o saldo subir mil dólares (cerca de 900 euros). «Os benefícios hedónicos para a felicidade serão experenciados no momento em que poupa o suficiente para se sentir confortável com as suas finanças, mas poupar acima desse ponto» faz pouco pelo individuo, em termos de bem-estar. «Esta é uma boa notícia para pessoas com todos os níveis salariais que conseguem poupar pouco, o que pode ser tudo o que é preciso para obter o incremento de felicidade» garante Ruberton.

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