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Dieta mediterrânica beneficia saúde mental

Já muito se falou dos benefícios desta dieta para o organismo. Agora, um novo estudo prova mais um impacto positivo na saúde do cérebro.

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Um novo estudo, publicado na revista médica da Academia Americana de Neurologia, mostra que as pessoas mais velhas que seguem à risca uma dieta mediterrânica mantêm mais volume cerebral, durante um período de três anos, do que aquelas que não seguem esta dieta tão afincadamente.

 

A dieta mediterrânica é composta por grandes quantidades de fruta, vegetais, azeite, feijão e grãos de cereais, como trigo e arroz, quantidades moderadas de peixe, laticínios, vinho e carnes vermelhas em proporção limitada e carne de aves.

 

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Foram reunidas informações sobre os hábitos alimentares de 967 escoceses com 70 anos, sem demência. Destas pessoas, 562 fizeram uma ressonância magnética cerebral por volta dos 73 anos para medir o volume total do cérebro, o volume da matéria cinzenta e a espessura do córtex, uma camada exterior do cérebro.

 

Desse grupo, 401 pessoas fizeram uma segunda ressonância magnética aos 76 anos. Essas medidas foram comparadas com a intensidade com que os participantes seguiram uma dieta mediterrânica.

 

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Os participantes que não seguiram uma dieta mediterrânica mostraram mais propensão a uma maior perda de volume total do cérebro, durante os três anos da experiência, do que as pessoas que seguiram a dieta à risca. A diferença na dieta explícita 0,5% da variação do volume total do cérebro, um efeito que é metade do tamanho devido ao envelhecimento normal.

 

 

Os resultados são os mesmos quando foram ajustados outros componentes que afetam o volume cerebral como, por exemplo, a idade, a escolaridade, a diabetes ou a hipertensão arterial. Não foi encontrada qualquer relação entre o volume de matéria cinzenta e uma espessura cortical e uma dieta mediterrânica.

 

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