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Depois da OMS agora é a CE a elogiar Portugal pela estratégia para melhorar a nutrição no país

A estratégia integrada a nível nacional para reduzir o consumo de sal, de açúcar, de gorduras saturadas e para promover hábitos saudáveis dos portugueses continua a receber elogios de entidades a nível internacional.

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Pouco depois de a Organização Mundial de saúde ter elogiado Portugal pela Estratégia Integrada para a Promoção da Alimentação Saudável (EIPAS), em que se pretende reduzir o consumo de sal, de açúcar, de gorduras saturadas, entre outras medidas, agora é a vez da Comissão Europeia ressaltar esse trabalho conjunto levado a cabo a nível nacional.

 

Em carta endereçada ao Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, o responsável da Comissão Europeia para a área da Saúde Pública, John F. Ryan, destaca, com «apreço», as políticas vanguardistas que têm vindo a ser implementadas na área da saúde pública e prevenção da doença em geral, com destaque nos campos da nutrição e atividade física.

 

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Depois da implementação de medidas tais como a tributação das bebidas açucaradas e a alteração da disponibilidade alimentar nas instituições do Serviço Nacional de Saúde (SNS), o responsável da Comissão Europeia vem sublinhar que Portugal adotou e implementou políticas em benefício dos cidadãos, «fortemente suportadas pela evidência científica» e identificadas pela OMS. E defende ainda que é «essencial» a visão política e o poder executivo serem utilizados «para melhorar a saúde dos cidadãos da União Europeia», revela o comunicado do Serviço Nacional de Saúde.

 

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Na altura em que o Ministério da Saúde está a discutir, com a indústria e a distribuição, a reformulação de produtos alimentares com vista à redução dos teores de sal e açúcar, é feita referência à importância de serem os governos a promover e monitorizar a reformulação, bem como a reduzir a pressão da publicidade junto das crianças.

 

Na carta, lê-se ainda uma palavra de agradecimento a Portugal «pelo contínuo e valioso contributo para o trabalho do Grupo de Alto Nível sobre Nutrição e Atividade Física».

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