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De onde vem afinal a motivação?

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Este será o primeiro de muitos artigos que irei escrever nesta secção. Durante os próximos tempos, irei falar-vos sobre Programação Neuro Linguística (PNL), coaching e outras ferramentas poderosas de desenvolvimento pessoal.

 

Numa altura em que a palavra “motivação” está tanto nas bocas do mundo, em particular em contextos profissionais, pode ser interessante saber de onde vem a motivação e como podemos descobrir as nossas fontes de motivação. E, para isso, torna-se essencial falar de valores.

 

Os valores são a nossa principal fonte de motivação. Tudo – repito – tudo o que fazemos na nossa vida é com base nos nossos valores. A profissão que temos, a pessoa com quem vivemos, ou não, o carro que guiamos, as roupas que vestimos, o sítio onde vivemos. Tudo isto tem como base os valores. Os valores formam a base das nossas decisões, são o que nos fazem achar que algo está certo ou errado, que algo é bom ou mau.

 

As fontes dos nossos valores são diversas e vão-se alterando ao longo da nossa vida. Quando nascemos, a nossa principal fonte de valores é a família. À medida que vamos crescendo, outras fontes surgem, como por exemplo os amigos, e quando vamos para a escola também os professores podem ser uma fonte de valores. Mais tarde, entrando na adolescência, tradicionalmente os pais vão perdendo alguma importância em detrimento de artistas, desportistas e outras figuras públicas. Quando começamos a trabalhar, acabamos por “beber” alguns valores de colegas de trabalho, chefes, ou da própria cultura da empresa.

 

É também interessante considerarmos que os valores, ao contrário do que muita gente pensa, mudam. Podem mudar naturalmente à medida que as circunstâncias de vida se vão alterando e podem mudar de um momento para o outro. Eis alguns exemplos: talvez algumas das pessoas que estão a ler sejam pais, e mesmo quem não é compreenderá facilmente. Houve uma altura da sua vida em que gostava de sair à noite com os amigos e isso era provavelmente uma das atividades mais importantes para si. Um dia pensou em ser pai/mãe, e de repente deu por si em casa a um sábado à noite, de volta de fraldas e biberões e talvez se tenha dado conta que agora o que é importante é estar ali a cuidar daquele ser frágil. Poderíamos especular que o valor anterior era algo como diversão e o novo valor é família ou amor.

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