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Cuidados a ter com a pele depois do confinamento

Depois de uma primavera de confinamento, com a pele afastada da exposição solar, há algumas precauções que devem ser tidas em conta para evitar a habitual queimadura provocada pelo primeiro sol do ano. Porque este ano a pele não está preparada para o verão.

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«Habitualmente a nossa pele aproveita a primavera para começar a bronzear-se de forma gradual e progressiva, de maneira a aumentar os níveis de melanina, que nos confere uma proteção natural diante das radiações solares. No entanto, devido ao confinamento, é natural que a nossa pele não esteja preparada para o verão, apresentando níveis de melanina baixos, estando mais suscetível a queimaduras e em menos tempo que o habitual», começa por explicar Paulo Almeida, médico presente na Doctorino, plataforma que permite e a marcação de consultas médicas.

 

Para evitar queimaduras solares, o profissional de saúde dá cinco conselhos de cuidados a ter com a pele nesta fase de desconfinamento:

 

1. Exposição gradual ao sol:  o primeiro grande cuidado a ter em conta é o tempo de exposição solar. De forma a evitar queimaduras, essa exposição deverá ser gradual, sendo que nos primeiros dias não deverá exceder os 15 a 20 minutos, de modo a que a pele se habitue e comece a fabricar melanina, dando origem à proteção natural que precisamos;

 

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2. Utilizar protetor solar: a utilização de protetor solar é um cuidado essencial e a sua aplicação deve ser renovada em períodos de aproximadamente 2 a 3 horas. A escolha entre creme ou spray é irrelevante, sendo que o mais importante a ter em conta é sempre o FPS (fator de proteção solar +): as peles morenas devem utilizar protetor de, pelo menos, FPS 30 e as peles claras FPS 50. É igualmente importante não descuidar as zonas cobertas pela máscara, assim como zonas sensíveis tais como orelhas e lábios, aplicando uma camada o mais homogénea possível sobre a pele;

 

3. Evitar as horas de maior radiação solar: outra das recomendações do dermatologista passa por evitar a exposição solar entre as 12 e as 16 horas, o período em que a incidência dos raios ultravioletas é maior, existindo uma maior probabilidade de se desenvolver uma queimadura;

 

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4. Mantermo-nos hidratados: em dias quentes, é importante mantermo-nos hidratados, e beber, pelo menos 2 litros de água diariamente, não esperando ter sede para o fazer. As crianças e os idosos são os grupos que mais devem ter em atenção este aspeto e não descurar de uma boa hidratação;

 

5. Autoexploração da pele: Por fim, um cuidado essencial passa por prestar atenção aos sinais do corpo. Para uma correta autoexploração da pele é possível recorrer à ajuda de uma câmara de um telemóvel e capturar algumas fotografias a cada 2 meses, para que possa ser possível comparar qualquer tipo de lesão na superfície da pele. Os sinais de alarme poderão passar por alterações nos “sinais”, tais como, alterações na cor, tamanho, assimetrias ou bordes irregulares. Sempre que se detetar um qualquer sinal ou mancha de alerta, é essencial consultar um dermatologista para uma deteção precoce.

 

 

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