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Criado Observatório Nacional de Agricultura Biológica

Um portal na Internet vai divulgar informação recolhida sobre produção, transformação e comercialização de produtos biológicos, incluindo sobre o seu consumo e os vários mercados existentes.

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O Governo criou o Criado Observatório Nacional de Agricultura Biológica, para promover a monitorização do mercado de produtos biológicos, assim como várias ações e medidas para estimular a produção, disponibilidade e consumo de produtos biológicos.

 

Inserido na Estratégia Nacional para a Agricultura Biológica (ENAB), aprovada no passado mês de junho, o Observatório vai criar um portal na Internet onde irá compilar toda a informação recolhida sobre produção, transformação, comercialização de produtos biológicos, incluindo sobre o seu consumo e sobre os vários mercados existentes. Outra das funções será monitorizar o mercado de produtos biológicos, visando a avaliação do impacto da ENAB e a sua eventual revisão.

 

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Num despacho publicado em Diário da República, o Governo indica que o Observatório será composto por 14 elementos, nomeadamente nove de várias direções governativas centrais e regionais e cinco elementos provenientes de entidades exteriores ao Governo: Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Coimbra,  Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, NOVA, Information Management School, Associação Portuguesa de Agricultura Biológica e Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição.

 

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Na agricultura biológica, não se recorre à aplicação de pesticidas, nem adubos químicos de síntese, nem ao uso de organismos geneticamente modificados. «Desta forma, garante-se o direito à escolha do consumidor e é salvaguardada a saúde do consumidor, ao evitar resíduos químicos nos alimentos. É, além disso, salvaguardada a saúde dos produtores, que evitam o contacto com químicos nocivos e preserva-se o ambiente da contaminação de poluentes», explica a Associação Portuguesa de Agricultura Biológica

 

No caso da produção animal biológica, esta pauta-se por normas de ética e respeito pelo bem-estar animal, praticando uma alimentação adequada à sua fisiologia e facultando condições ambientais que permitam aos animais expressar os seus comportamentos naturais e não recorre ao uso de hormonas nem antibióticos como promotores de crescimento.

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