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Criada plataforma para ajudar mulheres dos mundos da moda e do entretenimento com transtornos de peso

A pressão exagerada que se vive nestes meios levou duas editoras americanas a criarem um espaço onde as mulheres possam falar aberta e anonimamente sobre a pressão e sofrimento decorrentes de terem de estar sempre bem no mundo da imagem.

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Chama-se The Chain (A Corrente) e visa ajudar mulheres dos mundos da moda e do entretimento que vivem sobre pressão por causa da sua imagem, com consequências graves para a sua saúde, tais como o desenvolvimento de desordens alimentares.

 

Não visando substituir qualquer aconselhamento médico, a plataforma pretende ser um programa de apoio para mulheres nas indústrias de moda e entretenimento que estão a lutar ou a recuperar de um transtorno alimentar.

 

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A plataforma foi fundada por Christina Grasso e Ruthie Friedlander, duas editoras de moda em recuperação de anorexia, depois de elas próprias sentirem necessidade de uma rede de apoio que aborde os desafios da recuperação do transtorno alimentar exclusivo das indústrias de moda e entretenimento. Pretendem criar um lugar seguro para que essas mulheres compartilhem as suas experiências e obtenham informações através de diálogo, apoio e construção de uma comunidade.

 

Recorde-se que a anorexia é um tema amplamente debatido e que já está a ser combatido em alguns países europeus, onde se proíbe, por exemplo, que as modelos em campanhas publicitarias ou passerelles tenham peso abaixo do normal. A estilista Victoria Beckham, por exemplo, já foi muitas vezes criticada pela sua magreza extrema e por utilizar modelos muito magros para apresentar as suas coleções, passando uma imagem errada de beleza às mulheres.

 

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Esta é uma doença que afeta principalmente jovens com idades entre os 15 e os 19 anos. Caracteriza-se pela sua hiper consciencialização distorcida da imagem corporal e autoimposição de restrição alimentar ao ponto de passar fome e até mesmo de morrer, em casos mais extremos.

 

Para as mulheres entre os 15 e os 24 anos que sofrem de anorexia nervosa, a taxa de mortalidade associada à doença é 12 vezes maior do que a taxa de mortalidade de todas as outras causas de morte, segundo um estudo realizado pela Faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia, EUA, em 2017.

 

 

 

 

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