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Saúde, gravidez, prevenção, mulher – o que têm estes nomes em comum?

Muita coisa já foi falada sobre a contraceção e a maioria pode considerar um tema repetitivo, mas nunca é demais informar quando, em Portugal, de acordo com um estudo de 2015, 94% das mulheres sexualmente ativas recorrem à contraceção. Um tema a recordar hoje, Dia Mundial da Contracepção.

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A inovação faz parte da contraceção, como de qualquer área da saúde, pelo que existe uma necessidade constante de informar e de ser informado. Hábitos, tendências e estatísticas são dados importantes que ajudam a mulher a decidir face às inovações e novos métodos contracetivos que surgem.

 

Dados mostram-nos que:

– 70% das adolescentes teve acesso a educação sexual;

– As mulheres mais jovens recorrem à internet e a amigos; as mais velhas recorrem a profissionais de saúde;

– 50% adquire o contracetivo no SNS;

– 22% das utilizadoras tem esquecimentos frequentes e a maioria fala com o farmacêutico;

– 88% das mulheres sexualmente ativas conhece a pilula de emergência e 17% afirma já ter utilizado;

– Existe uma tendência desde o último estudo, em 2005, para um maior uso de métodos não dependentes da utilizadora;

– 80% das utilizadoras de preservativo pensam em contraceção e prevenção de infeção sexualmente transmissíveis (IST);

– Em 81% das mulheres a sua qualidade de vida melhorou com o uso de contraceção.

 

Veja a galeria: Dicas preventivas para uma mulher sexualmente ativa

 

Mesmo estando a par das estatísticas, existem dúvidas que continuam a persistir: ‘O mini-adesivo é o método contracetivo mais inovador, mas a pílula é o método mais utilizado. Qual escolho?’

 

Neste caso, além de perceber o que é o mini-adesivo, é necessário avaliar as vantagens e desvantagens:

– A contraceção transdérmica é uma alternativa privilegiada para as mulheres que são esquecidas ou que não controlam o seu atual método;

 

– Baixa dosagem – o mais recente mini-adesivo contracetivo comercializado em Portugal possui menor dosagem hormonal que o contracetivo transdérmico anterior em cerca de 2 a 3 vezes;

 

– Fácil aplicação –o novo mini-adesivo tem uma aparência mais discreta por ser transparente, de menores dimensões e sem relevo do adesivo; é uma matriz que adere à pela após 30 segundos de pressão localizada;

 

– Método semanal – a comodidade da utilização semanal que contraria a necessidade de toma diária, pode oferecer maior adesão ao método;

 

Veja a galeria: Formas de prevenir e tratar uma dor de cabeça

 

Para fazer a melhor opção, nem sempre é suficiente conhecer as estatísticas, tendências, as vantagens e as desvantagens. É necessário ter em conta alguns fatores que permitem à mulher e ao casal fazer uma escolha livre sobre o melhor método contracetivo:

 

– Idade – Os métodos de contraceção, podem ser aconselhados em todas as faixas da idade reprodutiva (15 aos 49 anos);

 

– Perfil de saúde – precisamente uma das condicionantes na escolha da contraceção é o estado de saúde/presença de doenças que podem influenciar a decisão final, e por isso é essencial o aconselhamento adequado por um profissional de saúde com experiência na área da contraceção. É importante a conjugação de eficácia e proteção em relação aos efeitos secundários da contraceção que em poucas mulheres deverão ser valorizados;

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