Home»BEM-ESTAR»CORPO»Contigo na cama

Contigo na cama

Pinterest Google+

Uma mão, um corpo, um arrepio inicial e sucede-se uma sensação de bem-estar.

 

Quando tocamos noutra pessoa, comunicamos a um nível muito íntimo, pois fundimos os nossos campos eletromagnéticos, os quais alteram a carga dos iões negativos e é essa mudança que provoca o estado de bem-estar. Não se trata de um ato sexual ou sensual, mas de algo bem mais amplo e com um poder de cura avassalador, o toque.

 

O contacto físico é uma das formas mais antigas de cura. Através do toque, transmitimos o que realmente sentimos e o que estamos a pensar. Ao ler estas palavras, estará a viajar até alguma das suas boas memórias, seja ela a de um abraço de mãe, ou de uma carícia do seu amor, e ambas o deixarão com um sorriso de conforto…

 

É este o poder da intimidade. Ser íntimo de alguém é um estado sublime de prazer e cumplicidade, é um estado de magia que nos transmite a mensagem de que alguém nos ama e que nós amamos.

 

A natureza deu-nos um dom único, chamado tato. Através das mãos e da pele podemos transmitir e receber mensagens. A nossa pele é repleta de sensores que vão além da sobrevivência e da autorregulação térmica do corpo. Quando associamos o tato apenas ao ato sexual, estamos a deixar de participar no gozo da vida. É preciso aprendermos a fazer uso de toda a superfície da pele, pois ela armazena os nossos sentimentos e a nossa identidade.

 

Numa relação a dois, a sensibilidade da pele desempenha provavelmente o papel mais importante no atracão e na cumplicidade. Aqui, a ternura é transmitida pelo toque e revela-se através de mimos e carícias, entre amantes, pais e filhos, entre amigos, pois torna-se quase como uma comunicação espiritual. O poder de um gesto de ternura não se ensina nos livros, depende da intuição individual de cada um, mas pode ser desenvolvido pelo toque.

 

Sendo a pele o maior órgão do nosso corpo torna-se vital para o organismo. Ela respira, produz calor, eletricidade, radiações e reações bioquímicas que permitem as trocas entre o sangue e o meio exterior. Graças às glândulas sudoríparas, ela absorve todas as substâncias, sobretudo a água do mar.

 

A pele é, na verdade, o nosso coração periférico, porque funciona como se fosse uma máquina de reflexos, cutâneo-musculares, simpáticos e reflexos de recuperação das forças vitais do organismo, que emitem estímulos para produzirmos anticorpos de resistência a qualquer infeção microbiana.

 

Posso afirmar que grande parte da nossa saúde depende do estado da nossa pele. Por isso, devemos mimá-la, hidratá-la, alimentá-la e conservá-la, além de mantê-la limpa, quer no tecido interno, quer no externo.

Artigo anterior

As celebridades mais sexy com menos de 30 anos

Próximo artigo

E as melhores fotografias de drone são…