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Conservação marinha e reciclagem influenciam moda em 2018

Uma das grandes tendências de consumo para o próximo ano passa por uma viragem para os produtos de reciclagem provenientes da recolha tradicional ou do lixo recuperado no mar, revela a consultora Mintel.

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Ser ecológico está cada vez mais na moda e isso vai consubstanciar-se no próximo ano, pelas opções dos consumidores cada vez mais conscientes e amigas da natureza, revela a consultora Mintel.

 

Peças feitas a partir de plástico recuperado no mar ou de todo o género de produtos reciclados, a proibição do uso de ingredientes maléficos, o ativismo ecológico cada vez mais expressivo e a própria atenção dos governos à necessária conservação do ambiente e, particularmente dos oceanos, está a levar a novas opções de consumo, incluindo na moda.

 

«No próximo ano, diversas campanhas vão tornar os consumidores mais conscientes do plástico existente nos oceanos e do seu impacto na vida selvagem e na sua própria saúde, enquanto a política vai concentrar a atenção do consumidor europeu na conservação marinha. Mais e mais marcas irão dar informação e liderar com produtos limpos, seguros e sustentáveis», explica Richard Cope, consultor de tendências na Mintel.

 

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O mercado, na sua globalidade, vai assim orientar-se para consumos mais sustentáveis, com os consumidores a servirem de motor para novos produtos e para novos comportamentos. «Embora os plásticos não sejam totalmente demonizados, o aumento do lobby ecológico produzirá produtos mais recicláveis, bem como incentivos e iniciativas para incentivar comportamentos sustentáveis. Poderemos ver a estigmatização social dos copos de plástico, mais marcas pioneiras inovarão com embalagens de cápsulas solúveis e mais lojistas irão tê-los à venda», explica o especialista.

 

A tendência atravessará setores. Assim, nas áreas da comida, bebida e beleza, por exemplo, surgirão mais produtos provenientes de fontes puras, como esfoliantes naturais e outros produtos sustentáveis.

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